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Vereador quer informações sobre concessão da rodoviária

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A rodoviária de Mogi Guaçu voltou a ser assunto na Tribuna da Câmara Municipal, na sessão desta segunda-feira (10). O vereador Fábio Luduvirge Fileti, o Fabinho (PSDB), apresentou requerimento ao prefeito Walter Caveanha (PTB) pedindo informações sobre a abertura da licitação que prevê a concessão do serviço público de gestão da rodoviária.

De acordo com Fabinho, conceder a gestão da rodoviária para uma empresa particular é louvável, já que o local é bastante utilizado pela população e a cidade merece uma rodoviária mais ampla e mais moderna. Porém, o vereador disse que, desde 2016, esse assunto está parado na Prefeitura e não se falou mais nada sobre ele. “Desde dezembro de 2016, quando os vereadores aprovaram o Projeto de Lei Complementar não se falou mais nada. Mogi Guaçu merece e precisa de uma rodoviária maior e mais moderna e o prefeito precisa nos dizer como estão os trâmites desse processo de licitação. Já abriu ou não? Como está esse assunto?”, indagou.  

Fabinho ressaltou que até mesmo as condições administrativas com as quais a rodoviária é operada, atualmente, precisam ser esclarecidas pelo prefeito.

sessao de camara fabio luduvirge

O vereador ainda pontuou que não existe resistências que impeçam a concessão da gestão da rodoviária para uma empresa particular, mas é preciso que as informações sejam transparentes. “A Câmara já aprovou, já autorizou, está apoiando essa iniciativa de passar a concessão de gestão da rodoviária para uma empresa que tenha interesse e participe da licitação. Mas enquanto isso não acontece também precisamos e queremos saber sobre as atuais condições em que a rodoviária é administrada hoje em dia”, completou Fabinho.  

No entanto, a única ressalva feita pelos vereadores para a concessão do espaço da rodoviária de Mogi Guaçu por meio de licitação é que não se deve, de maneira alguma, investir dinheiro público naquele local.

O vereador Jéferson Luís (PROS), inclusive, deixou essa questão bem clara na tribuna da Câmara, durante seu discurso na sessão desta segunda-feira (10). Ele explicou que a rodoviária não funciona num espaço público e ainda arrecada seu próprio dinheiro com a venda das passagens do transporte rodoviário. Portanto, não há razões que justifiquem a Prefeitura de Mogi Guaçu investir dinheiro público naquele espaço ou na sua revitalização. “Mogi Guaçu é grandiosa e merece uma rodoviária à altura. Mas não podemos permitir que seja usado dinheiro público nas obras seja de construção de novo imóvel ou de reforma. A rodoviária não funciona em espaço público, tem sua lucratividade e não há razão alguma para que dinheiro público seja aplicado ali”, comentou Jéferson.

Em dezembro de 2016, os vereadores aprovaram o Projeto de Lei Complementar que autorizava a Prefeitura a fazer licitação para explorar o espaço de gestão da rodoviária pelo prazo de 20 anos.

A empresa que vencer a licitação terá de construir ou reformar o imóvel onde já funciona a rodoviária obedecendo todas as regras que constam do Projeto de Lei Complementar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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