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Transporte escolar e estrutura dos prédios são discutidos

Vereador Guilherme apresentou fotos da estrutura comprometida da escola municipal da Vila Paraíso

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Além da questão da merenda escolar, outros assuntos foram discutidos durante a sabatina de mais de três horas com a secretária de Educação, Célia Mamede, na última segunda-feira (11). Entre eles, vagas em creche, transporte escolar, passe escolar, mato alto nas escolas e a falta de estrutura dos prédios das instituições de ensino.

O vereador Guilherme da Farmácia, por exemplo, apresentou fotos da estrutura comprometida da Emef (Escola Municipal de Ensino Fundamental) “João Bueno Junior”. Paredes e pisos estão com rachaduras. “A senhora tem conhecimento sobre a situação da escola da Vila Paraíso?”, perguntou o vereador, que também informou que existe uma Comunicação Interna de 2016 já relatando o problema.

Célia respondeu que o prédio escolar já passou por alguns reparos que a Secretaria de Obras irá assumir a reforma do local. “Reparos foram feitos sim com relação às rachaduras. É um prédio antigo. Tem orçamento pronto e já foi repassado para a SOV”, ressaltou.

A secretária informou aos vereadores que as diretoras das escolas têm feito pequenas reformas em parceria com a Educação. Por falta de recursos, a mão de obra é da Secretaria e os materiais são comprados pela própria escola.

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Transporte

O corte do transporte para os alunos que estão matriculados em escolas mesmo tendo vaga numa instituição mais próxima foi outro assunto debatido. Mas a secretária de Educação foi clara ao informar não irá voltar atrás da decisão. Segundo ela, os pais já foram avisados sobre a mudança no ano passado. Esse ano, a Educação passou a usar o georreferenciamento. É um sistema de informática implantado pela Secretaria de Estado da Educação, feito com base no código do consumidor da Copel, que é utilizado como referência para identificar onde mora cada aluno.

O sistema é utilizado para determinar em que escola cada aluno deve estudar, levando em consideração a proximidade entre a residência e o estabelecimento de ensino. “Muitos pais querem que os filhos estudem em outra escola, embora tenha vaga numa escola mais perto de onde mora. O pai pode solicitar essa vaga, mas o deslocamento não é mais responsabilidade do município”.

 

Creches

Célia confirmou que o município não tem vagas para todas as crianças de zero a três anos nos CEIs (Centros de Educação Infantil), antigas creches. Para ela, somente novas creches é que poderão mudar esse cenário. “São esperadas as creches do Chaparral, Guaçu Mirim e outras duas (Hermínio Bueno e Zaniboni) em construção e só assim poderemos atender mais essas crianças”, comentou.

Todas essas creches citadas estão com a construção paralisada, com exceção do Jardim Chaparral que ainda mantem dois funcionários no local. De acordo com a secretária, a creche do Chaparral deve entrar em funcionamento até o final do ano. “Estamos providenciados os equipamentos, mobiliários”.

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Monitoramento

A secretária também foi questionada sobre o monitoramento das escolas da rede municipal devido ao número elevado de furtos que tem acontecido. Ela foi categórica em afirmar que a Educação não tem recursos para a instalação do equipamento de segurança. Mas avisou que alarmes serão instalados, mas não mencionou se em todos os prédios escolares. Já sobre o mato alto nas escolas, Célia disse que o assunto está em discussão. “Acontece todo início de ano por conta do período de chuvas. Faz a limpeza e dali 10 dias precisa limpar novamente. Estamos discutindo como agilizar esse trabalho”.

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