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Tome Nota de sábado, dia 12 de outubro

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Repercussão

Não repercutiu nada bem o fato de os vereadores que compõem a base de sustentação do prefeito Walter Caveanha (PTB) na Câmara não aprovarem requerimento que pedia informações sobre o atendimento médico na unidade de saúde da Chácaras Alvorada. Na segunda-feira (7), o presidente da Câmara, Rodrigo Falsetti (PTB), apresentou o requerimento que pedia informações básicas, como o horário de entrada e saída dos médicos da unidade, e ele foi recusado durante votação nominal pelos sete vereadores da base – Jéferson, Elias, Chicão, Carlos Kapa, Luciano, Zanco e Thomaz.

 

Quase líder

O vereador Luciano Firmino Vieira, o Luciano da Saúde (PP), tentou contornar a situação avisando que uma reunião seria realizada com a secretária de Saúde, Clara Alice Franco de Almeida Carvalho, já no dia seguinte. De fato a reunião aconteceu, mas foi só para causar mais disse me disse, pois a Prefeitura divulgou um release para explicar sobre o atendimento prestado no dia da morte do menino Miguel e não convenceu. Ainda mais que o texto afirmava que os sete vereadores haviam participado, mas na foto aparecem apenas quatro deles- Zanco, Chicão, Thomaz e Luciano. Teve vereador que nem na cidade estava.

 

Ameaça

A secretária de Saúde revelou durante audiência pública nesta semana que foi ameaçada de morte. Ela comentou rapidamente sobre o assunto ao pedir que os vereadores não divulguem o número do celular dela. A secretária não entrou em detalhes de quando a ameaça foi feita nem qual seria a motivação, mas ela disse que tem a gravação e que está em alerta. Clara tem enfrentado diversos problemas na Secretaria de Saúde, principalmente a falta de médicos e no dia a dia tem driblado a falta de recursos. A falta de público e de vereador na audiência de saúde não passou em branco pela secretária nem pelos vereadores Luciano da Saúde e Natalino Tony Silva (Rede), únicos presentes.

 

Votação

Após a polêmica do projeto que alterava o sistema de atribuição de aulas no município, o Executivo está mais atento ao teor das leis que serão propostas pelos vereadores que compõem a base. Nesta semana, o vereador Zanco pediu a retirada da pauta de um projeto de sua autoria após um ‘puxão de orelha’ do chefe do Executivo. Os vereadores costumam se reunir com o prefeito toda semana antes da sessão e na segunda-feira (7) Zanco foi avisado que o projeto poderia causar problemas. Então, o projeto que previa alterações na lei que dispõe sobre a organização administrativa e do plano de cargos e salários da Prefeitura foi retirado da pauta. Ordens do chefe!

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