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Tome Nota da edição de terça-feira, dia 8

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De carona

O vereador Jéferson Luís (PROS) agora deu para promover sua imagem pessoal seja no Facebook ou na tribuna da Câmara pegando carona nas obras da Prefeitura. A estratégia é a seguinte: ele cobra uma obra com previsão de execução, como o recape da área central, tal melhoria é feita e, então, ele vai à tribuna ou posta na rede social o “antes e depois”, como fez no caso da iluminação da Avenida Suécia, como quem diz: “cobrei e estão fazendo”. Só que não. Na realidade, as obras feitas pela Prefeitura não tem nenhuma relação com os pedidos feitos pelos vereadores.

 

7 de setembro

O vereador Alexandro de Araújo, o Alex Tailândia (PT), parece estar muito triste. “Porque não vamos ter as escolas desfilando no dia da Independência, no desfile cívico de 7 de setembro”. Isso porque, não haverá desfile de estudantes na Avenida dos Trabalhadores que é para reduzir custos. “E quando é que vão começar a cortar os cargos comissionados?”, questiona o vereador. “Duvido que cortem, agora, com a aproximação das eleições”, observa o petista. Afinal de contas, comissionados servirão de cabo eleitoral na campanha pela reeleição de Walter Caveanha (PTB), conforme prevê Tailândia.

 

Mudanças

E, ainda neste mês, muitas movimentações devem acontecer no cenário político local. A previsão é que a dança das cadeiras entre os correligionários comece agitada, já que desfiliações e filiações serão feitas entre a próxima semana e a última de setembro. Inclusive, presidentes de partidos pequenos já dão sinais de que podem, sim, deixar o comando para se aninhar em siglas maiores visando à disputa de cargos públicos nas eleições de 2016.

 

Reforma 1

O Senado aprovou por 36 a 31 votos, emenda à reforma política pondo fim à doação de empresas para campanhas de candidatos e partidos nas eleições. Mas manteve o financiamento por pessoas físicas. Está aí o “pulo do gato”, porque pode estimular contribuições “por baixo do pano”. Isto é, a empresa não pode doar, mas o empresário pode. Porém, ele pode não querer se expor. Então, financia a campanha de seu candidato “por baixo do pano”, criminalizando ainda mais a política no País. O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), promete derrubar a proposta.

 

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