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Tome Nota da edição de sábado, dia 9

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De olho

Nem a abertura da licitação pela Prefeitura para a compra de carne bovina e suína tem deixado os pais tranquilos. Eles continuam acompanhando o cardápio que é servido nas escolas e afirmam que a situação está longe de ser normalizada. Nesta semana, algumas escolas serviram arroz com ovo, sopa de macarrão com legumes e macarronada com molho. A situação tem deixado os pais apreensivos, pois nem o frango e o peixe estão sendo servidos. Por isso, eles prometem retornar à Câmara na próxima segunda-feira, dia 11.

 

Convocação

E a noite promete ser tumultuada já que a secretária de Educação, Célia Mamede, confirmou presença na sessão da próxima segunda-feira. O ofício respondendo a convocação da Câmara chegou na tarde desta sexta-feira (8). O prazo para que a secretária respondesse a convocação terminaria na próxima terça-feira, dia 12. A convocação foi apresentada pelo vereador Guilherme de Sousa Campos, o Guilherme da Farmácia (PSD). Célia Mamede é obrigada a atender a convocação e será sabatinada no plenário sobre diversos assuntos, como o transporte dos estudantes e a falta de produtos na merenda escolar.

 

Apoio

A secretária de Educação deverá estar acompanhada pelos secretários municipais e outros comissionados numa demonstração de apoio. Célia terá que responder a diversas perguntas dos vereadores que vem criticando veementemente a situação da merenda escolar. Até a suspensão de aulas na segunda (11) e terça (12) para a realização de cursos de formação para os professores do Fundamental II deve ser tema. Os vereadores acreditam que a capacitação é uma justificativa para dispensar alunos e, assim, evitar mais reclamações com a merenda servida. Já a Prefeitura garantiu que os cursos estavam previstos no calendário escolar.

 

Força

O presidente da Câmara mostrou força ao conseguir aprovar projeto de sua autoria que exclui a cobrança da taxa de religamento fornecimento de água pelo Samae (Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto). Primeiro, os vereadores conseguiram derrubar o veto dado pela Comissão de Finanças e Orçamento, composta pelos vereadores Thomaz Caveanha (PTB), Elias dos Santos (PSC) e Luiz Carlos Nogueira (PSD). Logo na sequência, Rodrigo conseguiu nove votos para a aprovação do projeto em plenário. Agora, o projeto será encaminhado o prefeito que pode ou não sancionar a lei.

 

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