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Tome Nota da edição de sábado, dia 6

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Bravo

O vereador Fábio Aparecido Luduvirge Fileti (PSDB) não economizou nas críticas ao ler, na tribuna, na segunda-feira (1º), as respostas dadas a um requerimento de sua autoria. Ele questionou a Prefeitura sobre os investimentos feitos na Rua Hugo Panciera e as respostas deixaram o edil ainda mais irritado. “O Executivo mandou respostas levianas e vazias. Não vou mais aceitar esse tipo de resposta. Vou enviar outro requerimento”, esbravejou na tribuna. A Prefeitura não se deu ao trabalho de informar ao vereador qual o valor gasto com a obra e foi econômica nas respostas sobre metragem e importância do canteiro instalado na via.

 

Rotina

Aliás, esse tipo de resposta tem sido rotineira na Prefeitura. A Secretaria de Comunicação também tem economizado nas respostas enviadas aos jornalistas, em especial aos profissionais da Gazeta. Esta semana, por exemplo, se negou a informar qual o valor investido até o momento na Faculdade Municipal “Professor Franco Montoro” e quais obras já foram feitas ou estão em andamento no local. Sobre o curso de medicina diz que aguarda autorização do Conselho Estadual da Educação, informação que já havia sido apurada pela reportagem. O posicionamento demostra total descaso com a lei de acesso à informação.

 

As exceções

Além da falta de informações, são poucos os secretários que estão dispostos a dar explicações para a imprensa. As exceções são os secretários de Obras, Salvador Franceli, da SSM, Luiz Martini Neto, e Cultura, Luiz Carlos Ferreira, que sempre atendem os jornalistas. Talvez, por entenderem que a informação é pública e um direito da população. Pode ser que a postura do prefeito Walter Caveanha (PTB) de achar que é perseguido pela imprensa (aqui leia-se Gazeta) pode estar contaminando os comandados. Mas sempre é bom lembrar que a imprensa faz o seu trabalho de informar e atualmente ajuda a combater as ‘fakes news’ que tanto são exploradas.

 

Na telinha

Na contramão de Salvador está a secretária de Saúde, Clara Alice Franco de Almeida Carvalho, que quase nunca fala com jornalistas. Somente quando convoca coletiva de imprensa, cada vez mais rara. Mas há exceções. Nesta semana, ela atendeu uma equipe de TV de Campinas para falar sobre os problemas enfrentados pela Saúde de Mogi Mirim com a crise na Santa Casa da cidade vizinha. Não poupou críticas aos vizinhos, mas, claro, assuntos espinhosos da cidade ficaram de fora da pauta, como o não retorno da UPA no prédio de origem, falta de medicamentos e de médicos em unidades de saúde.

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