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Tome Nota da edição de sábado, dia 28

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 Atrasado

O corte no pagamento das horas extras pela Prefeitura de Mogi Guaçu já está sendo alvo de preocupação entre os coletores de lixo. Durante a reunião entre o Sindiçu e os vereadores, um grupo de coletores não perdeu a oportunidade de expor os problemas que estão enfrentando no dia a dia de seu trabalho. “Estamos com um caminhão a menos circulando, porque ele está quebrado, e não podemos ultrapassar o limite de 20 horas extras no mês. Ou seja, em alguns bairros o lixo está ficando sem recolher”, pontuou o grupo.

 

Tentativa

Para tentar resolver o problema com os caminhões de lixo sucateados, o prefeito Walter Caveanha (PTB) esteve este mês no Invest São Paulo para tentar incluir Mogi Guaçu numa linha de crédito destinada para a compra de novos caminhões de lixo para a cidade. Os coletores pontuam que já houve semanas em que dois caminhões ficaram parados por estarem quebrados. “Não tem mais jeito. Nosso serviço só atrasa”, queixaram-se. Já o prefeito ainda aguarda resposta do Invest São Paulo.

 

Reta final

Além da obrigatoriedade de entregar a declaração do Imposto de Renda deste ano, quem é presidente de partido político ainda tem mais uma tarefa para concluir neste fim de semana: a prestação de contas anual do partido. O prazo para que esta declaração seja entregue à Justiça Eleitoral terminará nesta segunda-feira, dia 30. Os partidos políticos que não cumprirem o prazo ou não entregarem a prestação de contas anual terão suspensa a cota do fundo partidário e ainda sofrerão outras sanções aplicadas pela Justiça Eleitoral.

 

Sessão

Devido ao feriado nacional do dia 1º de Maio – Dia do Trabalho – a sessão da Câmara Municipal não será realizada na próxima segunda-feira, dia 30, porque é ponto facultativo na Administração Municipal. A sessão legislativa será feita na quarta-feira, dia 2, às 19 horas. Na pauta de votação estão dois vetos dados pelo prefeito Walter Caveanha (PTB) a dois projetos de lei: um que trata da implantação de piso tátil para acessibilidade de pessoas com deficiência visual e outro que estabelece como ilícito administrativo a coação exercida pelos ‘flanelinhas’. 

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