Home»Opinião»Tome Nota da edição de sábado, dia 27

Tome Nota da edição de sábado, dia 27

0
Shares
Pinterest WhatsApp

Trapalhada

O prefeito Walter Caveanha (PTB) ofereceu um delicioso almoço para os vereadores considerados da base. Antes da refeição, no gabinete, o chefe do Executivo explicou a importância dos vereadores aprovarem em regime de urgência o projeto que seria encaminhado para a Câmara na segunda-feira (22). Trata-se do projeto que altera a estrutura de Administração da Faculdade Municipal “Professor Franco Montoro”. Segundo justificativa do prefeito, a alteração atende aos moldes indicados e requeridos pelo Conselho Estadual da Educação. Mas o almoço saiu caro…

 

Não aprovou

E não é que os vereadores da base se enrolaram e o projeto não foi votado na segunda-feira. A sessão começou por volta das 19h13 e um teretetê acontecia entre os vereadores. Eles discutiam uma emenda apresentada pelo vereador Fábio Aparecido Luduvirge Filetti (PSDB), que lembra ao prefeito de que a data base da categoria é março, numa tentativa de obrigar o chefe do Executivo a fazer o repasse da inflação aos servidores em março e não em maio. A confusão foi tanta que os vereadores não votaram o projeto e teve puxão de orelhão pós-sessão…

 

Dúvidas

Com todo esse alarde sobre o projeto que altera a estrutura de Administração da Faculdade Municipal, o vereador Fabinho protocolou, na terça-feira (23), no Conselho Estadual de Educação de São Paulo um pedido de informações sobre o projeto, já que o prefeito informou que a mudança deve ser feita a pedido do órgão. O vereador aguarda pela resposta do Conselho e já avisou que não irá votar o projeto enquanto as informações não forem esclarecidas. Ontem (26), Walter Caveanha voltou a receber os vereadores da base e possivelmente o assunto foi discutido numa tentativa de aprovar o projeto na próxima sessão, dia 29.

 

Cobrança

A secretária de Saúde, Clara Alice Franco de Almeida Carvalho, divulgou alguns números para os vereadores, na última segunda-feira (22). Além dos números dos atendimentos prestados no pronto-atendimento, ela falou sobre os atendimentos realizados em pacientes de outras cidades, em especial, Mogi Mirim. Ela disse que prepara uma documentação para cobrar na Justiça o valor gasto com esses atendimentos. Segundo ela, o valor no ano passado chegou a R$ 1 milhão. Porém, a secretária não explicou se terá que devolver os valores recebidos pelo SUS (Sistema Único de Saúde), já que recebeu pelo serviço prestado.

 

 

Previous post

Prefeitura descarta retorno da UPA para o Jd. Santa Marta

Next post

Grupo da Estação faz especial de choros neste domingo