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Tome Nota da edição de sábado, dia 1º

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Pedra, não

O vereador Rodrigo Falsetti (PTB) repercutiu, na tribuna da Câmara, na sessão de segunda-feira (26), a reportagem da Gazeta sobre a disputa da Presidência da Casa. O vereador fez questão de frisar que diferentemente do que diz o texto da reportagem os colegas Luciano Firmino Vieira, o Luciano da Saúde (PP), e Elias dos Santos, o Pastor Elias (PSC), não são pedras em seu caminho. “Jamais! Na verdade, eu olho o Pastor Elias como a luz no meu caminho para a Presidência. Ele foi meu 1º voto declarado aqui, diante de todos. Comungamos das mesmas ideias e tanto ele quanto Luciano são luzes no meu caminho”, rebateu Rodrigo.

 

Planos…

Enquanto a disputa pela Presidência da Câmara Municipal vai se desenrolando, alguns políticos de Mogi Guaçu já se movimentam para outra disputa: as eleições municipais de 2020. Nesta semana, o prefeito de Mogi Mirim, Carlos Nelson Bueno (PSDB), esteve em Mogi Guaçu participando de uma reunião política com empresários, líderes comunitários e de diversos partidos políticos. E pelo tom desta reunião, ela foi a primeira de muitas outras que serão feitas com ele na cidade.

 

Animado

Reunidos num salão de festas, a pauta da reunião com Carlos Nelson foi o futuro de Mogi Guaçu. Apesar dessa sondagem em cima do prefeito, é provável que ele fique mesmo em terras mogimirianas. No entanto, o que já está certo é que Carlos Nelson quer ajudar na construção de um grupo político forte que possa concorrer às eleições em Mogi Guaçu. “Ele está disposto a participar de todas as reuniões que fizermos aqui e está sendo muito bem recepcionado por todos nós”, disse um dos interlocutores que estava presente à reunião.

 

Pode, mas não deve

O vereador Fábio Luduvirge Fileti, o Fabinho (PSDB), e o presidente da Câmara, Luís Zanco Neto, o Zanco da Farmácia (PTC), tiveram um leve desentendimento durante a sessão da Câmara, na segunda-feira (26). Fabinho disse na tribuna que o ideal seria o prefeito ter usado a tribuna da Casa para explicar os dois Projetos de Lei que seriam votados pelo plenário. Zanco, por sua vez, ponderou justificando que o prefeito estava impedido pelo regime interno da Casa de usar a tribuna. Para isto, seria preciso que um dos vereadores fizesse um requerimento fazendo a solicitação. E a discussão sobre este assunto rendeu algumas farpas entre eles.

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