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Tome Nota da edição de sábado- dia 19

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Guaçuano

O Clube Atlético Guaçuano e o ex-presidente Paulo César Sabino foram alvos de uma ação de “obrigação de fazer cumulada com cominatória”, impetrada na Justiça local por um torcedor alviverde. A ação tem nome complicado, mas é simples. O torcedor só pede a prestação de contas do clube no período em que Paulo Sabino foi presidente e a inclusão de sócios-contribuintes. Pela sentença, Paulo Sabino tem de atender a ação em 30 dias. Mas ele já adiantou que pedirá a nulidade da ação ao Tribunal de Justiça por um motivo simples: em junho, quando recebeu a citação do juiz, ele já não respondia mais pelo Mandi.

 

Retorno

Com o empresário Israel Lanza na presidência do Clube Atlético Guaçuano está praticamente certo o retorno do técnico João Batista para o clube. Talvez não como treinador, mas sim como gerente de futebol. É o que se fala lá pelos lados do Camacho. Outra novidade que se ouve nas dependências do estádio municipal é o retorno de Paulinho Falsetti como um dos diretores do Mandi nesta nova fase, embora tenha quem torça o nariz para isso. Vale lembrar que Lanza tem bom relacionamento com Bibi Falsetti, pai de Paulinho e do secretário municipal de Esportes, Rodrigo Falsetti, e ex-presidente do clube.

 

Tentativas

A ida do prefeito Walter Caveanha (PTB) a Brasília, na semana passada, parece não ter dado frutos. Ele foi em busca de recursos financeiros, mas diante da tremenda crise econômica pela qual passa o país, ouviu, no máximo, um “vamos estudar seus pedidos, prefeito”. E voltou a Mogi Guaçu de mãos vazias, como já era de se esperar. Caveanha também passou por São Paulo. Visitou algumas Secretarias Estaduais, reforçou o pedido de uma nova escola para o Distrito de Martinho Prado Júnior. Voltou sem respostas concretas. Ele estava acompanhado do vereador Daniel Rossi (PR).

 

No vácuo

O vereador Alexandro de Araújo, o Alex Tailândia (PT), fez grave denúncia durante a sessão legislativa, na última segunda-feira (14), sobre o uso de carro oficial da Secretaria Municipal da Saúde por uma servidora pública para fins particulares, após o expediente. O líder do prefeito na Câmara, Ivens Chiarelli (PMDB), ouviu tudo atentamente e na sua hora de falar… Ele simplesmente ignorou a denúncia. Nem sequer deu-se ao trabalho de rebater a acusação. Deixou Tailândia no vácuo. Mas, em seguida, correu para o seu gabinete tentar apagar o fogo.

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