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Tome Nota da edição de sábado, dia 18

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2020 aí

Pesquisas de intenção de voto têm sido feitas com frequência por grupos políticos da cidade. Nenhuma delas foi registrada, como manda a lei, mas estão servindo de parâmetro para as discussões sobre que caminho seguir na eleição municipal de 2020. Mas o que chama a atenção mesmo é que políticos de Mogi Guaçu estão de olho no governo do prefeito de Mogi Carlos Nelson Bueno (PSDB). Daí, são necessárias duas explicações: dois grupos estão acompanhando as avaliações do prefeito da cidade vizinha por motivos diferentes.

 

Explicação 1

O grupo que atualmente comanda a Prefeitura de Mogi Guaçu tem os dados do prefeito Carlos Nelson porque temem que ele realmente decida disputar o pleito do ano que vem por aqui. Isso mudaria o cenário e também a escolha do candidato do grupo. Por isso, diversos nomes estão sendo testados, como o do médico Denis Camilo de Carvalho, o do Superintendente do Samae, Elias Fernandes de Carvalho e do vice-prefeito Daniel Rossi (quase que nessa ordem). Mesmo sabendo que não é a opção número um, Daniel tem estreitado os laços com a equipe do prefeito Walter Caveanha (PTB).

 

Explicação 2

A outra explicação para o prefeito Carlos Nelson estar sendo sondado tem outro motivo: ele está sendo literalmente assediado. Porém, nesse caso, um grupo formado por lideranças políticas da cidade tem cruzado os dedos para que CNB abandone a disputa eleitoral em Mogi e venha para o Guaçu, no ano que vem. Para eles, Carlos Nelson é um ótimo nome para disputar a Prefeitura com reais chances de vitória. Por isso, o grupo continua se reunindo para discutir o processo eleitoral de 2020. A meta é definir um nome para a disputa da Prefeitura, na torcida de um sim do tucano.  

 

Fechado

Pessoas próximas ao prefeito Walter Caveanha tem reclamado da dificuldade que tem sido falar com o chefe do Executivo. Ele dificilmente aceita receber em seu gabinete empresários, lideranças de bairros ou até mesmo políticos. Aliados não escondem que o prefeito tem se mostrado apático e o fato de não abrir o gabinete tem sido um dificultador para resolver os diversos problemas enfrentados pela Administração Municipal. Esse posicionamento pode até refletir no apoio dos vereadores na Câmara, pois os edis têm cobrado que suas solicitações sejam atendidas e até isso não tem acontecido. Reuniões com o ‘chefe’ só quando ele convoca.

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