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Tome Nota da edição de sábado, dia 14

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Sem resposta

O presidente da Câmara, Rodrigo Falsetti (PTB), ainda não recebeu resposta ao ofício encaminhado ao prefeito Walter Caveanha (PTB) referente ao adiantamento que o Legislativo quer fazer ao município. Rodrigo sugeriu transferir até R$ 400 mil para o prefeito, para que o projeto do videomonitoramento seja iniciado o quanto antes. O recurso também poderia ser usado na área da Saúde, conforme necessidade observada pelo prefeito, mas o pedido principal do presidente da Câmara é com relação a área da segurança. Caveanha não respondeu nem sua assessoria.

 

Sem regalias

O veto dado pelo prefeito ao projeto do vereador Luís Zanco Neto (PTC), que altera o sistema de atribuição de aulas no município, pegou todo mundo de surpresa. Os vereadores davam como certa a sanção da lei por Caveanha, principalmente por conta do vereador Zanco votar e defender os projetos da Prefeitura. Porém, a proximidade com o chefe do Executivo não adiantou em nada, pois nem avisado Zanco foi de que o projeto seria vetado. Após o veto ser derrubado na Câmara, por unanimidade, vereadores oposicionistas comentaram que ser aliado ao prefeito não tem muitas vantagens.

 

Lá fora

O sindicalista Daniel Constantino Pedro, o Tita, foi eleito no último domingo (8) para presidir a comissão provisória do PT na cidade. A eleição aconteceu do lado de fora da sede do Sindicato dos Metalúrgicos, onde o processo eleitoral estava agendado para acontecer. Porém, integrantes da chapa liderada pelo petista Alceu Kemp, o Galo, não compareceram. Mesmo assim, a votação foi realizada até às 17 horas e 40 pessoas votaram. Tita acabou eleito e comandará a executiva municipal a partir de 2020. Os petistas também escolheram os representantes em nível estadual e nacional.

 

Sem validade

Para o atual presidente da executiva municipal do PT, a eleição promovida pelos integrantes da chapa oposicionista não tem validade. Galo disse à Gazeta que não compareceu ao local de votação, conforme o que estava definido anteriormente, como forma de protesto. “Eles impugnaram minha candidatura porque entendem que eu já disputei dois mandatos, mas eu entendo diferente. Então, não fomos e vamos aguardar o posicionamento da executiva estadual”, comentou. Tita foi procurado durante toda a semana para dar sua versão, mas não respondeu aos recados deixados.

 

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