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Tome Nota da edição de sábado, dia 11

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Juntos

O assunto do momento está sendo a provável união de desafetos políticos em torno do nome do pré-candidato a prefeito Daniel Rossi (PL). O vice-prefeito tem o apoio do prefeito Walter Caveanha (PTB), que até agora não se posicionou de forma contrária, do ex-prefeito Paulo Eduardo de Barros, o Dr. Paulinho (MDB) e do empresário e ex-secretário de Educação, Marcos Antonio. Paulinho e Daniel são amigos de longa data e estiveram juntos no mesmo palanque. Já o empresário teria desistido de lançar seu nome para a disputa do Executivo para apoiar o vice-prefeito.

 

Vice

Aliás, Marcos Antonio teria colocado seu nome à disposição para ser o candidato a vice-prefeito na chapa liderada por Daniel Rossi. Ele estaria no páreo em troca do apoio político. Se isso se confirmar, Marcos Antonio terá que disputar a preferência junto ao grupo que atualmente é liderado por Caveanha, que não esconde de ninguém que deseja ter o médico Dênis Camilo de Carvalho (PCdoB) na chapa. Apesar de as discussões estarem ainda acontecendo, integrantes do grupo defendem que o nome do candidato a vice-prefeito seja definido o quanto antes, a fim de acabar com as especulações.

 

Quem?

A definição sobre os candidatos a vice-prefeito é uma prioridade neste início de ano. Além do grupo de Daniel Rossi, outros também já fazem suas sondagens para a definição da chapa completa que irá disputar a Prefeitura, em outubro. O pré-candidato Rodrigo Falsetti (PTB) estaria estudando algumas possibilidades e pode ser que o nome saia do meio empresarial. Essa tem sido a mesma sondagem feita pelo também pré-candidato Edson Domingues (Podemos), que tem feito reuniões e discutido o assunto com o diretório do partido.

 

Indigesto

O pedido de reajuste da tarifa do transporte coletivo que é explorado pela Viação Santa Cruz será tema de audiência pública ainda neste mês. O pedido foi feito no ano passado, mas a Secretaria de Obras e Viação conseguiu empurrar o ‘problema’ para esse ano. A empresa pede tarifa de R$ 7,35, o que representa um aumento de 63,34% sobre o valor pago atualmente, que é de R$ 4,50. A Prefeitura é obrigada a realizar audiência pública para discutir o tema, mas, mesmo assim, quem dá a palavra final é o prefeito Walter Caveanha.

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