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Tome Nota da edição de sábado, dia 10

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O anúncio de que os vereadores da situação pediram para que o Hospital Municipal “Dr. Tabajara Ramos” seja contemplado com obras e melhorias não casou surpresa. O encontro já era de conhecimento no meio político que esperava por uma novidade seria divulgada. O texto publicado pela Prefeitura, junto com uma daquelas fotos postadas no gabinete do prefeito Walter Caveanha (PTB), não deixa dúvida de que tudo foi orquestrado, principalmente porque não caiu bem o fato de que nos três projetos referentes ao empréstimo de R$ 23 milhões não constavam sequer uma obra ou melhoria para a área da Saúde.

 

Mas e aí?

A informação é que os recursos, que podem chegar a R$ 2 milhões, estão dentro dos projetos de lei em análise no Legislativo, mas não explica se alguma outra obra ou melhoria será retirada. O custo das obras já não estava definido antes dos projetos serem encaminhados para a votação? O que o texto da Prefeitura não explica é se outro projeto terá que ser enviado à Câmara, já que os três que pleiteiam os financiamentos receberam pareceres favoráveis das Comissões, ou só comprova que as obras descritas nas mensagens podem não ser as que realmente serão colocadas em prática após a aprovação dos empréstimos.

 

Deu o troco

Walter Caveanha decidiu não assinar o decreto que mantinha o vereador Fabinho (PSDB) emprestado ao Sindiçu. O vereador é servidor concursado e atuava como diretor do Sindicato dos Servidores após ficar quatro anos afastado sem remuneração. Nesta semana, o vereador recebeu um comunicado da Secretaria de Saúde de que deveria retornar às suas funções: motorista de ambulância. Mas, respaldado pela Lei Orgânica da Câmara, Fabinho já respondeu pedindo novo afastamento sem remuneração para exercer o mandato de vereador. Aliados de Fabinho garantiram que o prefeito não assinou devido a postura oposicionista do vereador na Câmara.

 

Eleição 2020

É claro que o principal assunto dos últimos dias tem sido o embate travado entre o prefeito e os vereadores que não estão acostumados a dizer amém ao chefe do Executivo. Porém, volta a meia a disputa eleitoral do próximo ano é assunto nos grupos de conversas. A mais nova é de que o ex-prefeito Hélio Miachon Bueno (MDB) estaria defendendo o amigo e ex-vereador Salvador Franceli, atual secretário de Obras, para ser o candidato a vice numa possível dobradinha com Daniel Rossi (PL). É claro que os envolvidos negam, principalmente porque ninguém acredita que o ex-prefeito realmente aposentou da vida pública. 

 

 

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