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Tome Nota da edição de quinta-feira, dia 1º

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Descontraído
O presidente da Câmara, Luís Zanco Neto, o Zanco da Farmácia (PTC), quebrou um pouco o tom dos discursos pós-eleições na sessão da Casa de segunda-feira (29). Corintiano fanático, Zanco não perdeu a oportunidade de ‘brincar’ com a situação dizendo que foi muito difícil votar no candidato Jair Bolsonaro (PSL) para Presidente da República. “Ele é palmeirense (risos). Foi bem difícil apertar aquele número 17, viu. Acho que todo corintiano deve ter passado por isso, né?”, disse Zanco sorrindo e tirando risadas dos demais presentes à sessão.

 

Na Posse

Ainda no tom pós-eleições gerais, o vereador Luciano Firmino Vieira (PP) comentou que deverá ir à cerimônia de posse do Presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), no dia 1º de Janeiro de 2019, em Brasília (DF). Luciano é amigo e mantém boa relação política com o ex-senador Magno Malta (PR), que foi um dos principais articuladores da campanha de Bolsonaro por todo o país. “Quero ir prestigiar o Magno Malta e também o nosso presidente eleito”, comentou o vereador.

 

Telefonemas

O vereador Fábio Luduvirge Fileti, o Fabinho (PSDB), não quis revelar nomes, mas contou que recebeu alguns telefonemas de lideranças políticas da cidade e da região, na noite de domingo (28), após o resultado das eleições que elegeram o ex-prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB). “Não vou falar nomes, mas são pessoas importantes na nossa política e isto me deixou muito feliz porque é o reconhecimento de que o PSDB, inclusive de Mogi Guaçu, está fazendo um trabalho forte e bem feito”, comentou o vereador.

 

Cansado

O deputado estadual Barros Munhoz (PSB) vai ficar uma semana descansando fora do Estado de São Paulo. Somente após seu retorno é que ele irá conversar com seu grupo político para saber qual será o seu rumo político. Barros não escondeu sua chateação diante da derrota do Governador do Estado, Márcio França (PSB), para a reeleição. “Fiquei, sim, muito chateado, porque eu estava confiante demais que ele venceria. Agora, vamos ver. Não sei nem como será minha postura política na Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo). Tudo irá depender”, adiantou o deputado estadual reeleito.

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