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Taxistas querem limitar número de carros da UBER

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Um grupo de taxistas de Mogi Guaçu compareceu à Câmara Municipal, durante a sessão, nesta quarta-feira (2), a fim de pedir apoio aos vereadores para que limitem o trabalho da UBER no município. De acordo com os taxistas, o número de veículos registrados na UBER pode ser limitado por lei municipal. “Queremos que, pelo menos, seja feita uma limitação no número de carros que circulam na cidade por meio da UBER. Em Ribeirão Preto já funciona assim. Lá, são mais de 1 milhão de habitantes e não tem sequer 200 ‘uberistas’ trabalhando”, compararam.

Em Mogi Guaçu, são 51 taxistas atuantes, sendo dois deles no Distrito de Martinho Prado Júnior. Com a chegada da UBER em Mogi Guaçu, há cerca de dois meses, os serviços dos taxistas já teve redução de 80%. Atualmente, Mogi Guaçu registra pouco mais de 10 carros trabalhando para a UBER.

Durante a reunião com os vereadores, os taxistas lamentaram que podem ter o ofício extinto, já que a UBER avança em Mogi Guaçu. “Queremos saber se há possibilidade de regulamentar o trabalho dessa empresa de alguma maneira para que nosso trabalho de taxista não seja mais prejudicado do que está sendo”, pontuaram.

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O vereador Jéferson Luís (PROS) explicou aos taxistas que a UBER trata-se de uma empresa mundial que funciona por meio de aplicativo nos celulares. Portanto, regulamentá-la é tarefa complicada, porém existem algumas brechas para isso. “Um exemplo é o pagamento de ISSQN ao Município. A lei diz que toda prestação de serviços é obrigada a pagar este imposto. E a UBER é uma prestadora de serviços. Vamos verificar se há essa possibilidade de legislarmos nesse sentido”, observou, lembrando também que a UBER é um aplicativo de carona.

Alguns ‘uberistas’ também estavam na sessão da Câmara Municipal, mas optaram por não se reunirem com os vereadores para tratarem deste assunto. Uma das razões é que a UBER já tem suas próprias exigências que devem ser cumpridas pelos motoristas que atuam por meio do aplicativo. Inclusive, não há como mensurar se o número limite de carros estipulado pelo Município será realmente cumprido pelos motoristas e pela própria empresa.

 

 

 

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