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Sindiçu quer assembleia geral dia 7 de maio

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 O presidente do Sindiçu (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mogi Guaçu e Região), Valdomiro Sutério, o Miro, vai convocar assembleia geral da categoria para o próximo dia 7, às 19 horas, em frente à Câmara Municipal. De acordo com ele, essa convocação tem de ser feita independentemente da decisão da Prefeitura. “Eu tenho que fazer essa assembleia. Se o Governo Municipal nos chamar para negociar, tenho que trazer a resposta para a categoria. Se ele não nos chamar, também tenho que dar uma resposta para os servidores”, explicou Miro.

Ele ainda ressaltou que é inadmissível abrir mão do pagamento de hora extra para o servidor municipal que trabalhar em dias de feriado. “Tem alguns itens do acordo coletivo que o sindicato vai bater o pé e não vai ceder. Não podemos admitir que o servidor  vá trabalhar num feriado sem receber por esse dia trabalhado”, reforçou.

Ele adiantou que a categoria está ansiosa pela resposta do Governo Municipal e ao mesmo tempo insatisfeita com os rumos que as negociações estão tomando. Até porque, houve apenas uma única rodada de negociação até agora. “Sabemos que a situação financeira da Prefeitura e até do país não é das melhores, que existem as dificuldades, mas a reposição da inflação é um índice que pode ser calculado na folha de pagamento. A nova proposta é de 5% de reajuste, mas também queremos assegurar os direitos trabalhistas como o pagamento das horas extras”, pontuou o sindicalista.

sessao camaraA data base dos servidores municipais é em março, portanto já está atrasada em quase dois meses. Diante disso, Miro pontuou que o Governo Municipal cogitou não pagar o reajuste salarial retroativo ao mês de março, seja qual for o índice concedido. “Isso o sindicato não vai admitir. Nessa diretoria essa decisão não passa. O pagamento retroativo tem de ser pago, sim, e vamos lutar por isso”, afirmou.

A princípio, os servidores municipais pediam reajuste de 8%, sendo 6% de aumento real e o restante referente ao índice da inflação acumulada nos últimos 12 meses. Mas na segunda-feira (23), diante da recusa da Prefeitura em aceitar o índice de 8%, a assembleia geral da categoria fechou questão em 5% de aumento salarial.  Porém, até agora, as negociações não avançaram e o Sindiçu segue tentando emplacar esta segunda reivindicação da categoria.

Vale ressaltar que a Câmara Municipal aprovou, no mês passado, a continuidade do abono de R$ 100 concedido aos servidores municipais.

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