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Sindiçu pressiona Prefeitura para definir dissídio

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Diante do silêncio da Administração Municipal, o presidente do Sindiçu (Sindicato dos Servidores Públicos de Mogi Guaçu e Região), Valdomiro Sutério, o Miro, vai pressionar para que o prefeito Walter Caveanha (PTB) apresse sua decisão quanto ao dissídio no salário dos servidores municipais. Na semana passada, estava prevista uma reunião entre a direção do Sindiçu e a equipe econômica do Governo Municipal, mas o encontro não ocorreu. “Na sexta-feira (13) fiquei esperando eles me chamarem para ir lá, conversar. Mas, nada. Ninguém chamou”, pontuou Miro.

Na tarde desta segunda-feira (16), ele já iria buscar informações junto às Secretarias Municipais da Fazenda e de Administração, a fim de saber se há alguma resposta sobre o índice de reajuste nos salários dos servidores. “Vou até à Prefeitura para saber se tem alguma novidade sobre este assunto. Também não podemos esperar tanto”, rebateu Miro.

Governo Municipal ainda não se reuniu com direção do sindicato
Governo Municipal ainda não se reuniu com direção do sindicato

De acordo com o presidente do Sindiçu, o prefeito havia pedido alguns dias a mais para analisar a proposta de reajuste salarial feita pela categoria, que é de 8%. “Nós concordamos e demos esse tempo, mas não podemos esperar mais, porque ainda preciso fazer a assembleia geral para saber se a categoria vai concordar com a resposta do prefeito e, depois, ainda temos de aguardar a votação na Câmara Municipal. Ou seja, são vários trâmites que ainda temos de seguir”, explicou Miro.

Os servidores públicos municipais pedem reajuste de 8%, sendo que 6% é de aumento real e o restante refere-se ao índice da inflação acumulada nos últimos 12 meses. A princípio, na primeira assembleia geral da categoria, a direção do Sindiçu colocou em votação duas propostas de reajuste salarial. Uma de 5%, definida pela direção do Sindiçu, e a outra de 8% que é a definida pela categoria. Para a direção do Sindiçu, o índice de 5% seria mais viável para aprovação, já que a Administração Municipal enfrenta dificuldades financeiras.

A Secretaria Municipal da Fazenda não pode ultrapassar os 54% do orçamento do Município com a folha de pagamento. Atualmente, o prefeito está trabalhando com o limite prudencial que é de 51,3%. No entanto, vale ressaltar que o prefeito Walter Caveanha já cortou as horas extras dos servidores municipais – com exceção dos setores como coleta de lixo, por exemplo, a fim de evitar descontrole financeiro.

Por outro lado, também vale frisar que a Câmara Municipal aprovou, no mês passado, a continuidade do abono de R$ 100 concedido à categoria.

 

 

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