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Secretária diz que escolas têm cardápio alternativo

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Ao responder questionamento do vereador Jéferson Luís da Silva (PROS), a secretária de Educação, Célia Mamede, explicou que as escolas estão trabalhando com um cardápio alternativo. Ou seja, o que tem na dispensa de cada estabelecimento de ensino. A distribuição de legumes e ovos foi reforçada neste momento de crise. “As merendeiras estão sendo orientadas a utilizar o que tem disponível. O peixe foi antecipado, mas ele chegou com espinhas e exigimos a substituição”, informou Célia que acabou revelando que a empresa retirou o produto, mas que ainda não tinha trazido outro lote para distribuição para as escolas.

E foi justamente essa substituição do peixe que gerou outra discussão durante a sabatina. Isso porque, a primeira informação repassada pela própria secretária aos vereadores foi de que a substituição do peixe já havia acontecido. Mas ela acabou confessando na Câmara que a empresa responsável ainda não tinha feito reposição até aquela data.

A situação irritou grande parte dos vereadores, principalmente Fábio Aparecido Luduvirge Fileti. “Acompanhei essa situação do peixe e achei que esse peixe já tivesse sido substituído. Por que o fornecedor não trocou ainda?”, perguntou Fabinho.

Célia respondeu que a solicitação foi feita para a empresa responsável e que aguardava a entrega de novo lote para essa semana. “Solicitamos a substituição imediata e isso está documentado. Mas o fornecedor nos informou que o lote disponível era o mesmo e demos mais um tempo”.

sessao de camara celia maria mamede

Compras antecipadas

Além do reforço do peixe, a secretária contou que houve a compra emergencial de frango, de salsicha e de sardinha para suprir a falta das carnes de vaca e de porco. “Sabendo que ia demorar um pouco mais a licitação fizemos a compra emergencial de frango, de salsicha, que chegou hoje (11), e estamos aguardando a reposição do peixe, que vai acontecer essa semana. E também fizemos uma compra emergencial de sardinha para garantir esse cardápio alternativo até que se tenha todas as carnes”, ressaltou a secretária que também comentou sobre outro processo licitatório que está em andamento. “O frango, o peito de frango e sobrecoxa, bem como a sardinha, em termos de licitação vão ser fechados bem mais cedo do que a carne de vaca e a carne suína”.

 

Feijão

A Secretaria de Educação também precisou fazer a compra emergencial de feijão preto. Há duas semanas, já havia relatos de pais de alunos que o feijão era outro produto em falta nas escolas. A situação foi confirmada por Célia. Segundo ela, a empresa classificada em primeiro lugar na licitação não quis entregar o feijão devido ao aumento do produto. A mesma decisão partiu das segunda e terceira colocadas no processo licitatório. Por isso, foi necessária a compra emergencial de feijão preto até que nova compra seja feita. “A licitação do feijão também teve imprevisto. Tivemos que reiniciar a licitação de feijão preto porque o feijão preto a gente consegue comprar mais na compra direta”.

Célia por várias vezes elogiou o trabalho das diretoras, das administradoras e das merendeiras. “Nenhuma criança ficou sem merenda. Se não tem a carne, tem o ovo, que também é proteína”.

merenda escola

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