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Reajuste: Sindiçu se reunirá com Prefeitura esta semana

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A direção do Sindiçu (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mogi Guaçu e Região) deverá se reunir ainda esta semana com o secretário da Fazenda da Prefeitura de Mogi Guaçu, Roberto Simoni, e com demais integrantes da equipe do Governo Municipal para tratarem do reajuste salarial da categoria. O secretário da Fazenda confirmou que pretende conversar com o presidente do Sindiçu, Valdomiro Sutério, o Miro, esta semana e definir o índice de reajuste salarial dos servidores municipais. “Vamos conversar mais uma vez e tentar chegar num acordo que seja viável para a Prefeitura”, adiantou Roberto Simoni.

Já para o presidente do Sindiçu, tudo irá depender da Assembleia Geral da categoria aceitar o índice que for definido pelo Governo Municipal. “Estamos, sim, na expectativa de conversar com a Fazenda ainda esta semana. A partir dai, faremos a Assembleia Geral na semana seguinte e vamos ver qual será a decisão da categoria”, frisou Miro.

Os servidores públicos municipais pedem reajuste de 8%, sendo que 6% é de aumento real e o restante refere-se ao índice da inflação acumulada nos últimos 12 meses. A princípio, na primeira assembleia geral da categoria, a direção do Sindiçu colocou em votação duas propostas de reajuste salarial. Uma de 5%, definida pela direção do Sindiçu, e a outra de 8% que é a definida pela categoria. Para a direção do Sindiçu, o índice de 5% seria mais viável para aprovação, já que a Administração Municipal enfrenta dificuldades financeiras.

Para Miro, agora, o momento é de muitas conversas e negociações. Isso porque, a data base da categoria já passou (Março). Portanto, qualquer índice de reajuste salarial que for fechado deverá ser pago de modo retroativo em maio. “Temos de conversar muito. O servidor tem direito de reivindicar e a Prefeitura tem direito de justificar suas razões para não conceder um aumento salarial de 8%. Na próxima Assembleia Geral da categoria vamos precisar ter bom senso”, observou.

Roberto Simoni
Roberto Simoni

A Gazeta apurou junto à Secretaria Municipal da Fazenda que a folha de pagamento não pode ultrapassar os 54% do orçamento do Município. Atualmente, o prefeito está trabalhando com o limite prudencial que é de 51,3%. Diante disso, são praticamente nulas as chances do prefeito conceder o reajuste de 8%, porque isso faria ultrapassar o limite dos 54%. Já, no caso, dos 5% de reajuste, o índice chegaria muito perto dos 53%, restando apenas 1% para que o Governo Municipal trabalhe com a folha de pagamento acrescentando horas extras, por exemplo. No entanto, vale ressaltar que o prefeito Walter Caveanha já cortou as horas extras dos servidores municipais – com exceção dos setores como coleta de lixo, por exemplo – a fim de evitar descontrole financeiro.

Por outro lado, também vale frisar que a Câmara Municipal já aprovou, no mês passado, a continuidade do abono de R$ 100,00 concedida à categoria.

 

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