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Reajuste: servidores municipais têm assembleia geral próximo dia 15

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O reajuste salarial dos servidores públicos municipais de Mogi Guaçu já começa a ser analisado pela direção do Sindiçu (Sindicato dos Servidores Públicos e Municipais de Mogi Guaçu e Região). A análise ainda é superficial, apenas para ter uma base de negociação, porque é necessário realizar a assembleia geral com a categoria para, enfim, ‘bater o martelo’. “Somente na assembleia é que vamos ter definido o índice de reajuste que será levado para o prefeito Walter Caveanha. Por enquanto, ainda não sabemos”, disse o presidente do Sindiçu, Valdomiro Sutério, o Miro.

No entanto, ele adiantou que a Assembleia Geral com os servidores municipais já tem data marcada: próximo dia 15, às 19 horas, na sede do Sindicato dos Ceramistas, na região central da cidade. “Lá, vamos debater esse assunto até chegarmos num denominador comum e definirmos o índice que vamos pedir de reajuste salarial, reforçou Miro.

Por enquanto, o presidente do Sindiçu disse que ainda não teve nenhuma conversa com a Administração Municipal sobre o assunto. “Ainda não, porque não temos o que apresentar a eles. Somente após a assembleia é que vamos agendar nossa conversa”, observou.

De acordo com Miro, as negociações salariais devem continuar sendo desgastante como em anos anteriores. Isso porque, ele alegou já saber que a crise financeira que ainda ronda o país será uma das justificativas apresentadas pelo Governo Municipal para evitar o reajuste real nos salários dos servidores. “Mas, mesmo assim, vamos insistir sempre contar com o apoio da nossa categoria”, completou.

Miro

Atualmente, a folha de pagamento da Prefeitura de Mogi Guaçu consome 50,46% do Orçamento do Município, sendo que a LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) determina que a Prefeitura pode utilizar até 54% para pagar a folha de pagamento. Porém, o ideal é ficar abaixo desse índice.

De acordo com o secretário municipal da Fazenda, Roberto Simoni, seja qual for o índice proposto pela direção do Sindiçu para o reajuste salarial dos servidores municipais terá de ser analisado com bastante critério. “Esse ano é um ano eleitoral e temos de ficar atentos para não extrapolar nas finanças da Prefeitura, porque teremos menos repasses de verbas dos Governos Estadual e Federal para ajudar no fechamento das nossas contas. Mas vamos aguardar o início das negociações com o sindicato”, ponderou Roberto Simoni.

 

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