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Raiva em Mogi: Caso é confirmado em morcego

Mamífero foi capturado pelo cão de uma família do Chácaras Sol Nascente, localidade rural

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Depois de Espírito Santo do Pinhal e Itapira, Mogi Mirim também confirma caso de raiva em morcego. O animal foi encontrado na Chácaras Sol Nascente, localidade rural. Por aqui, com mais esta confirmação, a bióloga do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), Silvana Munhoz Bueno, relata que fica ainda mais em alerta. Todavia, a equipe não recebeu informações oficiais das autoridades da cidade vizinha.

A exemplo de Mogi Guaçu, Mogi Mirim desde o mês de maio tem intensificado as ações para identificação e combate aos casos de raiva animal. “Assim que surgiram confirmações dos primeiros casos nas cidades próximas, em especial em Itapira, foi feito o bloqueio nos limites entre os municípios e a intensificação da vacinação nos animais na Zona Rural, já que a responsabilidade sobre a vacinação nos rebanhos é da Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo”, traz a nota emitida pela assessoria de imprensa de Mogi Mirim.

Silvana
Silvana

Além das ações, a Vigilância Epidemiológica de Mogi Mirim levou informações aos moradores da Zona Rural sobre os cuidados que precisam ser tomados com relação aos morcegos, que, contaminados, podem transmitir a raiva.  Foi após receber esta orientação que uma moradora da Chácaras Sol Nascente encaminhou um morcego para exame à VE. O mamífero foi capturado por um de seus cães.

De acordo com a assessoria de imprensa, essa semana o resultado chegou, apontando positivo para raiva. O cão da família ficará sob a observação durante 180 dias, pois está vacinado contra a doença. Imediatamente após a confirmação houve intensificação das informações junto aos moradores da localidade. Durante esse final de semana, a equipe voltará a região da Chácaras Sol Nascente para visita casa a casa, a fim de garantir a imunização completa. Desde 2012 não havia confirmação da raiva animal no município.

Por sua vez, a bióloga do CCZ observa que vai procurar se informar sobre qual a espécie do morcego, pois em Itapira era hematófago. Isto porque, este animal é mais localizado na Zona Rural. Silvana diz que outras espécies podem coabitar este abrigo e contrair a doença de uma forma acidental, por exemplo, durante uma briga. “O hematófago transmite o vírus para outra espécie de morcego que é observado em área urbana”, atenta. É esta transmissão acidental que também pode fazer com a doença se espalhe, chegando à área urbana.

 

VACINAÇÃO

Neste sábado (5), a equipe do CCZ prossegue com a vacinação antirrábica em cães e gatos dos seguintes bairros: Nova Mogi Guaçu (antigo Limoeiro), Alvorada, Hedy, Samira, Hermínio Bueno, América, Novo Horizonte, Esplanada e Suécia.

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