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Professores pedem que prefeito sancione projeto

Grupo de professores acompanhou a votação e comemorou a mudança no sistema de atribuição de aulas

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O resultado da votação na Câmara foi comemorado pelos professores que, agora, terão que aguardar se o prefeito Walter Caveanha (PTB) irá sancionar ou devolver a lei à Câmara. Uma das professoras falou com à Gazeta e disse que o sentimento era de alívio. Agora, eles aguardam pela decisão do prefeito Walter Caveanha (PTB) “A sensação é de alívio, porque realmente foi feito Justiça com os professores e com o tempo de serviço dos professores. Mais uma vez, a gente espera que o prefeito pense em qualidade de ensino e sancione essa lei”, comentou de forma anônima ao informar que o sistema beneficia os professores que têm mais tempo de comunidade.

Ela lembrou que a atribuição de aulas em Mogi Guaçu sempre foi feita por tempo de serviço, mas isso mudou há cerca de seis anos e passou a ser por acúmulo de cargo, o que tem prejudicado os professores que têm mais tempo de casa. Inclusive, alguns deles têm ficado sem salas de aula.

Para ela, os professores estão unidos e, por isso, a votação em sessão extraordinária não só fortaleceu o grupo, como também deu tempo para que a mudança seja feita o quanto antes, principalmente antes da Secretaria de Educação agendar e realizar as atribuições de aulas para 2020. “Nós estamos pensando na atribuição. Ela acontece agora em outubro e a nossa pressa é por causa disso”.

Com a lei em vigor, o professor com mais tempo de serviço volta a escolher primeiro. É o que defenderam os professores que estiveram na Câmara, na segunda-feira (9). “É o mais correto e justo. Quem ganha é a comunidade”, comentou a professora.

Atualmente, os professores da rede municipal de Mogi Guaçu precisam obedecer ao critério de acúmulo de cargos. Ou seja, o professor que leciona no município e também no Estado tem direito de escolher primeiro o local da escola onde irá lecionar. Seguindo esse critério, a Secretaria de Educação não leva em conta a pontuação que o professor acumulou ao longo dos anos de trabalho.

Os professores deixaram o prédio da Câmara com a promessa do presidente da Câmara, Rodrigo Falsetti (PTB), de que caso o prefeito não sancione a lei, ele irá publicá-la para que entre em vigor. “Nessa data foi feita Justiça com essas pessoas que passam conhecimento. Já deixei minha posição que caso o prefeito não sancione a lei, essa presidência irá fazer”, finalizou.

 

Atribuição

Recentemente, a Secretaria de Educação informou que está preparada para a atribuição de aulas por pontuação, uma vez que a lei seja sancionada pelo Executivo. Pelo sistema atual, a atribuição está prevista para o final de outubro ou início de novembro. Pelo novo sistema, pode ser realizada até em dezembro.

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