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Presidente da Câmara avaliou 2017 como atípico

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O presidente da Câmara Municipal de Mogi Guaçu, Luís Zanco Neto, o Zanco da Farmácia (PTC), fez uma breve avaliação de como foi seu mandato no comando da Casa de Leis, neste ano. Na tribuna, durante a sessão desta segunda-feira (11), ele disse que foi um ano atípico porque houve muitos embates de ideias, recordes de moções feitas pelos vereadores, inúmeras reuniões com populares e representantes de vários segmentos da sociedade. “Não foi fácil. Foi um ano intenso, com muitos desafios. Desde o início deste ano até agora, a Câmara enfrenta situações atípicas e complicadas juridicamente. Mas conseguimos dar conta de tudo”, observou.

Logo no início de 2017, o Ministério Público encaminhou o TAC (Termo de Ajuste de Conduta) pedindo a redução no número de assessores parlamentares de 2 para apenas 1. O presidente da Câmara ficou entre a cruz e a espada e optou por não assinar o TAC e correr o risco de tornar-se inelegível, já que ao negar assinar o documento o Ministério Público pode dar início a uma Ação Civil Pública. A situação ainda segue na Justiça.

Para Zanco, a situação envolvendo o número de assessores é a mais complicada porque ainda não teve desfecho e segue tramitando – e assombrando – a Câmara Municipal. “Estamos acompanhando e aguardando as próximas fases”, pontuou.

O presidente da Casa foi enfático ao dizer que assumir a função de comandar o Legislativo foi um desafio aceito e enfrentado por ele. Zanco assumiu pela primeira vez a Presidência da Câmara este ano, mas ainda terá de cumprir mais um ano de seu mandato no comando da Casa. “Espero que seja mais tranquilo”, ponderou.

Ele ainda teve de enfrentar um Projeto de Lei – que está ‘engavetado’ – que tratava de alterar o tempo de duração do mandato de presidente da Câmara Municipal de dois para apenas um ano. Isso porque, alguns vereadores não estavam concordando com a postura de Zanco ao longo do primeiro semestre deste ano diante de alguma situações. Embora não comentem mais sobre assunto, o projeto segue ‘vivo’ na Câmara, mas está parado.

Zanco prossegue na Presidência da Casa até 31 de dezembro de 2018. Depois ele assume a vaga de líder do PTC no plenário.

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