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Prefeitura de Mogi Mirim interdita estádio “Vail Chaves”

Sem alvará e o laudo do Corpo de Bombeiros, a interdição do estádio foi confirmada pela Prefeitura

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Sem atividade alguma. Está é a atual situação do estádio do Mogi Mirim Esporte Clube, o “Vail Chaves”. A condição foi imposta após a interdição da praça esportiva pela fiscalização da Prefeitura de Mogi Mirim.

O impedimento das atividades no estádio e de alojamento de atletas em suas dependências é decorrente da falta de alvará de funcionamento vigente e do laudo do Corpo de Bombeiros, o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros).

A fiscalização da Prefeitura havia notificado o clube sobre a ausência das documentações no último dia 14 de fevereiro e estipulou a última segunda-feira (18) como o prazo final para apresentação da documentação regularizada.

Como o alvará e o laudo não foram apresentados pelos gestores do Mogi Mirim no prazo determinado, a Prefeitura executou a interdição do local, além de proibir a presença de atletas no alojamento e qualquer outra atividade no estádio. O alojamento do Mogi Mirim abrigava aproximadamente 25 atletas das categorias Sub-17 e Sub-20.

O empresário Jaime Marcelo Conceição, dono da empresa J Winners e que presta consultoria ao grupo de gestores coreanos representado por Carlos Farias, prometeu que todas as pendências documentais serão resolvidas para que o clube retorne às suas atividades normais.

“Nossa relação com a Prefeitura é a melhor possível. Eles – Prefeitura – estão orientando-nos para que possamos regularizar todas as pendências em relação ao alvará e os laudos necessários para o clube”, destacou Jaime Marcelo.

Diante da interdição do estádio “Vail Chaves”, todos os atletas que ocupavam o alojamento do clube foram dispensados e retornaram para suas cidades de origem. “Dispensamos todos os jogadores porque eles não podem ficar alojados aqui. Assim que tudo for resolvido, eles retornam para o reinício dos trabalhos visando preparação para a disputa do Campeonato Paulista Sub-15, Sub-17 e Sub-20”, informou o gestor Carlos Farias.

A diligência da Prefeitura foi acompanhada por integrantes do Conselho Tutelar e profissionais da Vigilância em Saúde. A documentação dos cerca dos 25 atletas que estavam no alojamento está regular e todos frequentavam as unidades escolares da cidade, não havendo irregularidade então neste caso. “Estamos em processo de reestruturação do Mogi Mirim. Reestruturação administrativa, de staff, de comissão técnica e jogadores. Muitas ações precisam ser tomadas para que o clube retorne as suas atividades diárias normais”, encerrou Carlos Farias.

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