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Perícia confirma atropelamento sobre a faixa de segurança

Equipes do Samu e do Corpo de Bombeiros tentaram reanimar Paulo Henrique da Silva, mas sem sucesso

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Paulo Henrique da Silva, 52 anos, foi mais uma vítima do trânsito nesta semana. Ele morreu atropelado ao tentar atravessar a Avenida dos Trabalhadores, pouco depois da ponte de ferro. Bombeiros e socorristas do Samu tentaram reanimar a vítima minutos depois do atropelamento na noite de terça-feira (18), mas devidos aos ferimentos graves, ele morreu. Silva era conhecido na região central por ‘olhar carros’. Ele residia na Vila Paraíso.

Para os peritos que analisaram a cena do atropelamento, a vítima estava atravessando a faixa de pedestre, quando foi atingida por um veículo que seguia sentido Zona Sul. A vítima estaria próximo da faixa de travessia da Rua São José, no Centro. No dia do acidente não havia testemunha presencial que confirmasse a versão.

O condutor do veículo Gol, o motoboy Marcelo Rodrigo de Oliveira Assenço, 26 anos, permaneceu no local e fez o teste do etilômetro (bafômetro) e deu negativo para uso de álcool. Ele também aceitou fazer o teste sanguíneo para dosagem alcoólica. Em seu depoimento à polícia, disse não ter visto a vítima atravessando a avenida.

atropelamento fatal av trabalhadoresO delegado João Luiz Rissato registrou o acidente como homicídio culposo na direção de veículo automotor (quando não há intenção de matar). Após declarações, o motorista foi liberado e responderá ao inquérito em liberdade. O agravante nesse caso, segundo o Código de Trânsito Brasileiro, é o atropelamento ter ocorrido em faixa de pedestre.

O veículo possuía irregularidades no farol e o para-brisa tinha película escura. Por isso, foram emitidos autos de infração e o carro apreendido para complemento dos trabalhos periciais, para verificar a regularidade da película.

Era por volta das 20h55, quando uma ligação foi feita ao Disque 193 do Corpo de Bombeiros. Enquanto a unidade do Resgate se deslocava, o bombeiro Ricardo acionou também o Samu. Em casos graves, as equipes atuam em conjunto porque o médico da ambulância do Samu tem condições de usar equipamentos e medicamentos que podem reanimar uma vítima.

A primeira ambulância do Samu a chegar foi a unidade que estava mais próxima, na Base da Zona Sul. Em seguida, chegou a ambulância UTI com o médico e embora todos os procedimentos fossem feitos a vítima não resistiu.

Policiais militares foram acionados, assim como a equipe da Polícia Científica para a perícia no local. Preliminarmente, o perito considerou que o atropelamento se deu sobre a faixa de pedestre. Um investigador da Polícia Civil também compareceu para repassar informações do caso ao delegado de plantão. Policiais rodoviários foram acionados para fazer o teste do etilômetro.

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