Home»Cidade»Pediatra destaca a importância da vacinação

Pediatra destaca a importância da vacinação

Denis reforça que o sarampo deixa o paciente sem defesa no organismo

0
Shares
Pinterest WhatsApp

O pediatra Denis Camilo de Carvalho destacou a importância da vacinação no combate ao sarampo, mas também a necessidade de redobrar os cuidados com os recém-nascidos e bebês menores de seis meses. Ou seja, exatamente a faixa etária em que não é aplicada a vacina.

Uma das dicas é evitar aglomerações, assim como nos casos em que houve epidemia de gripe pelo vírus H1N1, pois o sarampo é igualmente uma doença respiratória. “Lavar as mãos várias vezes ao dia e sempre depois de tossir ou espirrar”, atenta o médico.

Uma dica aos parentes e amigos de pais com filhos recém-nascidos é de que as visitas devem ser feitas após os dois meses de vida. “É um hábito difícil de ser seguido no Brasil”, esclarece Denis, apesar de ser medida importante para a proteção do bebê.

O pediatra recorda que viveu a epidemia de sarampo no fim dos anos 60 e, por isso, enfatiza o quanto se trata de uma doença grave. “Deprime muito rapidamente o sistema imunológico. O paciente fica 20 dias sem defesa. É quando surge pneumonia, infecção no intestino”, detalha.

dr denis camilo de carvalhoPara a mãe que amamenta e considera estressante ficar muito tempo sem sair de casa, ele recomenda que saia, mas não leve o bebê. E ao retornar, lave muito bem as mãos. Quem tem mais de um filho, só deve ir ao posto de saúde, hospital ou médico com aquele que estiver doente, evitando expor os demais.

Os sintomas do sarampo são febre alta, olhos vermelhos, tosse persistente e desânimo (abatimento). “Quando a criança está tossindo pouco, com coriza e sem febre, mas sorrindo e brincando não é preciso se preocupar de levar ao médico. É só observar e hidratar”, orienta Denis. Neste período de transmissão de doença respiratória, ele recomenda a ingestão de muito líquido, soro nas narinas, comida saudável (evitar industrializados) e muitas frutas ricas em vitamina C.

“Os pais não podem deixar de vacinar os filhos. Quem gosta do filho, vacina. Não existe vacina que faz mal. Não acreditem em ‘fake news’. Avaliem o histórico das epidemias que existiam e das doenças que foram controladas com a vacinação”, sugere o pediatra indignado com a postura daqueles que rejeitam as vacinas.

Previous post

Nico Lanzi: concluída pavimentação do segundo trecho

Next post

Lyra Mojimiriana une arte e gastronomia