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Pais frisam seguir recomendações médicas sobre tratamento do filho

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Os pais do pequeno Samuel Fernandes de Freitas, dois anos e oito meses, portador da Síndrome de Westin, afirmam que seguem à risca recomendações médicas sobre o tratamento do filho. Isto porque, em nota,  através da assessoria de imprensa da Prefeitura, a Secretaria de Saúde afirmou que a criança poderia ser assistida na Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), porém a mãe resiste à proposta terapêutica da instituição.

“O Samuel não ficou em atendimento na Apae porque, por indicação médica, ele teria de ficar em tratamento acompanhado da mãe. Como isso não era possível, ele foi retirado de lá”, justifica o pai, Arlei Fernandes de Freitas. Por sua vez, a mãe, Sandra Aparecida Bueno, faz questão de ressaltar que jamais negaria o atendimento ao filho. “Só não quero que seja diferente do recomendado por ordem médica”, afirma, mostrando toda documentação sobre a saúde do filho.

Na semana passada, o casal recorreu à Gazeta para relatar sobre a dificuldade de obter o remédio Vigabatrina, que é indicado para evitar as crises convulsivas de Samuel. O remédio não está sendo fornecido pela farmácia de alto custo sob a alegação de que o Governo Estadual está em atraso com os repasses para a aquisição da medicação. Como o medicamento custa R$ 200, aproximadamente, os pais alegam que não têm condições de comprar e temem pela saúde do filho.

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