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Mulher encontrada morta é identificada

O corpo foi encontrado dentro de uma vala na última quarta-feira (26)

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Parentes de Maria Auxiliadora Dantas Lopes, 32 anos, fizeram o reconhecimento de seu corpo na tarde de ontem (31). Ela foi encontrada morta, em uma vala de aproximadamente três metros de profundidade, às margens da Rodovia SP-342, na manhã de quarta-feira (26).

Maria Auxiliadora era dependente química e morava na rua. Familiares foram até o IML (Instituto Médico Legal) porque desconfiaram que poderia ser ela, uma vez que não a viam pelas ruas. Eles fizeram algumas buscas e como não a encontraram decidiram ir ver o corpo. Maria Auxiliadora era natural da Paraíba e tinha familiares em Mogi Guaçu. Monitores sociais do município fizeram contato com ela propondo ajuda, mas ela não retornou ao atendimento social.

Quando o corpo foi localizado, policiais militares estavam fazendo patrulhamento pela região do Canaã e acionaram a equipe de suporte da Renovias, concessionária que administra a rodovia, acreditando tratar-se de atropelamento de pedestre.

A equipe de socorro da Renovias apareceu no local, no Km 176, e como a vítima estava seminua, não aparentando sinais de atropelamento, decidiram acionar a Polícia Rodoviária. Parte do corpo estava encoberto por galhos, parecia que estava agachada em posição fetal. Também não havia sinais de que ela tenha sido jogada ribanceira abaixo, embora houvesse algumas escoriações pelo corpo.

mulher encontrada morta valeta canaaOs policiais rodoviários Marcos Paulo e Teodoro com a ajuda dos socorristas da Renovias suspeitaram de que a mulher teria sido vítima de um homicídio. Por isso, a equipe de peritos da Polícia Científica foi ao local, assim como investigadores e o delegado Luiz Roberto Janini Ortiz.

A mulher vestia apenas uma camiseta preta, sem calcinha e segurava um pedaço de tecido de renda (lingerie) e estava descalça.  O delegado e o perito informaram, na ocasião, que só um exame detalhado poderia dizer a quanto tempo ela estava morta. Uma vermelhidão nas pernas foi observada, indicando que ela permaneceu numa mesma posição por muitas horas. O laudo deve ficar pronto dentro de 30 dias. Mas o corpo não estava enrijecido totalmente, o que pode indicar que ela tenha sido morta, no máximo, um dia antes de ser encontrada. As investigações continuam a ser feitas pela DIG (Delegacia de Investigações Gerais).

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