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Moradores pedem atenção ao problema de alagamento

Moradores têm registrados os problemas enfrentados por eles durante as chuvas

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Basta uma chuva forte – e não foram poucas nos últimos dias – para alagar a Rua Abílio Francisco, no Jardim Veneza. O problema já foi assunto de abaixo-assinado protocolado na Prefeitura, ano passado. Sem resposta ou retorno das autoridades, os moradores temem que a água chegue às casas.

Por enquanto, a enxurrada toma conta da rua e chega até algumas garagens. Os moradores apontam que há duas bocas de lobo na rua, mas uma está entupida. Dizem ainda que em uma das ocasiões chegaram a ouvir a explicação de que o problema poderia ter origem na lagoa do bairro. Isto porque, a galeria de águas pluviais desemboca no local e o fundo da mesma estaria assoreado.

Com o passar do tempo, os moradores vão colecionando vídeos e fotografias do alagamento. E, segundo o morador André Luiz Restani, todos ficam mais apreensivos e com medo de que a água avance para o interior das casas. “Uma das vizinhas disse que a água, aliás, já chegou a entrar na sala da casa dela. Têm casas que são para alugar e o proprietário nem consegue mais por causa deste problema do alagamento”, detalha.

reclamacao jd venezaPara a moradora Daniela Cristina Ferreira Santos, o problema pode ser ocasionado pela enxurrada que desce do Nova Odessa. “Toda a água de lá, desce e para aqui. E só estas duas bocas de lobo não dão conta de tanta água”, justifica. Ela diz que o problema é de conhecimento da Prefeitura, mas ninguém toma nenhuma providência.

 

LAGOA

O secretário de Obras e Viação, Salvador Franceli, afirma que a lagoa existente no bairro é benéfica à região e serve como uma bacia de contenção, portanto, não provocaria o alagamento da rua. “Estou surpreso de falar de alagamento neste local”, disse adiantando que uma equipe irá ao endereço mencionado pela reportagem.

Segundo o secretário, apenas parte da galeria de águas pluviais do bairro deságua na lagoa. Franceli garantiu que verificará se há necessidade de limpeza das bocas de lobo e providenciará o serviço. Ele não acredita que o problema seja decorrente da água que chega do Nova Odessa. “A contribuição é pequena”, justifica.

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