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Morador de rua vai preso após homicídio

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Foi preso em flagrante e encaminhado para o sistema penitenciário (Centro de Detenção Provisória, de Americana) o morador de rua Antônio Rodrigues de Almeida, 50 anos, acusado de ter matado outro morador de rua na manhã desta segunda-feira (9). Ele não tinha antecedentes criminais.

A delegada Edna Elvira Salgado Martins disse que em interrogatório ele negou o crime. Mas ela pediu ao juiz da Vara Criminal pela conversão da prisão em flagrante em preventiva devido ao depoimento de uma testemunha.

A testemunha conhecia a vítima e teria ido ao encontro dela para levar ajuda material. Ao chegar na mata, no Jardim Alto dos Ypês, encontrou o acusado transtornado falando sobre o que tinha feito – ‘matei o infeliz’.

Ainda na segunda-feira (9), policiais militares detiveram outros dois suspeitos de participação no crime. Eles foram liberados pela delegada após interrogatório.

O corpo da vítima foi identificado como sendo de Danilo Aparecido Gomes, 31 anos, solteiro, mas que tinha uma filha. Ele foi sepultado nessa terça-feira (10). O corpo foi liberado após perícia da Polícia Científica e exames no IML (Instituto Médico Legal).

No local do crime havia um caibro de aproximadamente um metro, um ‘espeto de churrasco’ e uma faca com 15 centímetros de lâmina. Os objetos foram apreendidos para serem analisados para saber se foram utilizadas na agressão.

Policiais militares foram acionados no bairro Alto dos Ypês, próximo a lagoa do Jardim São José, onde um homem havia sido espancado. Bombeiros foram ao local, acionados pela testemunha, mas o homem já estava em óbito.

Equipes da polícia militar fizeram o patrulhamento em buscas dos suspeitos. Cerca de uma hora e meia depois, os três suspeitos foram presos. Entre eles o que foi preso. Participaram das buscas os policiais Mendonça, Estevam, André, Zanco, Quirino, Baraldi, Zerneri, Godoy e Ortiz.

 

População de Rua

Nesse ano, essa é a terceira morte violenta envolvendo pessoa vivendo em situação de rua. Em julho, uma mulher foi encontrada morta, em uma vala, às margens da Rodovia SP-342. Ela estava seminua e parte do corpo estava encoberto por galhos. Ela foi identificada dias depois como Maria Auxiliadora Dantas Lopes, 32 anos. Ela era dependente química e morava na rua. A investigação segue pela DIG (Delegacia de Investigações Gerais). Em agosto, Odair Patric da Silva, o Dadá, foi espancado enquanto dormia. Ele tinha afundamento de crânio. Quem matou foi o também morador de rua Fernando da Silva Monteiro, 25 anos, que foi preso dias depois pela Polícia Militar.

 

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