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Mogi Guaçu tem 1.173 casos e Mogi Mirim tem 604

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Sobe para 1.173 os casos de dengue em Mogi Guaçu. É o que aponta relatório emitido na última sexta-feira (10) pelo Pecd (Programa de Epidemiologia e Controle de Doenças) da Secretaria Municipal de Saúde. Em Mogi Mirim, os casos chegaram a 604 e a Prefeitura já decretou estado de emergência epidemiológica.

Por aqui, o combate ao mosquito Aedes aegypti, o transmissor da dengue, está sendo feito com ações de controle de criadouros que são feitas casa a casa. Isto porque, acabou o estoque de inseticida utilizado na nebulização. Além de combater o mosquito na forma alada, é preciso ficar atento às larvas que são os resultados de ovos depositados nas paredes de recipientes com água parada.

Em Mogi Mirim, dados do relatório semanal elaborado pela Vigilância em Saúde, divulgado na quinta-feira (9), aponta 604 casos positivos de dengue. “Ciente do aumento e da necessidade por ações que resguardem a população e freiem a incidência da dengue, a Prefeitura decretou Estado de Emergência Epidemiológica. Através do decreto 7.907, assinado pelo prefeito Carlos Nelson Bueno e divulgado na edição do último sábado (4) do Jornal Oficial de Mogi Mirim”, traz material enviado à imprensa pela Secretaria de Relações Institucionais.

Entre outros detalhes, o decreto informa que nos imóveis onde forem encontrados criadouros com larvas do mosquito, o agente de saúde dará o Aviso de Inconformidade ao proprietário ou responsável. Cópia do será encaminhada para a Vigilância Sanitária para após três dias, caso a situação não seja resolvida, seja aplicada multa. O valor pode variar entre R$ 100 a até R$ 1.500, dependendo do risco oferecido pelo criadouro.

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