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Menina pode ser sido vítima de estupro coletivo

O caso está sendo investigado pelas autoridades policiais e exames podem comprovar a violência sexual contra uma menina de 12 anos

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Um suposto caso de estupro coletivo contra uma menina de 12 anos chegou ao conhecimento das autoridades policiais, nesta semana. Ela foi encontrada por familiares alterada, talvez pelo efeito de drogas ou álcool. Foi constatado que a menina teria sido deixada em casa por conhecidos com idade entre 17 e 18 anos. Eles estavam com ela em uma festa. Havia mais meninas na festa. Ainda são aguardados laudos de exame de constatação de conjunção carnal e toxicológico para a confirmação do estupro.

O caso será investigado, assim como outro que chegou ao conhecimento da polícia, também nesta semana. Alunos de uma escola pública, na região central, ficaram chocados ao saber que um colega foi acusado de ter estuprado uma amiga com quem se relacionava há dois anos.

Para a presidente do Conselho Tutelar Andréa Davidoski, é importante a orientação e supervisão dos pais ou responsáveis. Principalmente em se tratando de adolescentes porque estão na fase de conhecimento e experimentação sexual. Estão em busca de prazer, mas não entendem as consequências como gravidez não planejada, doenças sexualmente transmissíveis ou mesmo responsabilidade criminal. Como observado em alguns casos, eles querem aventuras e não pensam que podem se prejudicar ou prejudicar outros.

Acusado foi preso terça
Acusado foi preso terça

Num outro caso, um servidor público municipal foi preso, na terça-feira (3), um ano após a denúncia da filha que o acusou de estupro.  O pai abusava da filha de 14 anos, quando não havia ninguém na casa. Ele assistia a filmes pornográficos na presença dela e também manipulava o órgão sexual na frente dela.

Casos de violações contra crianças e adolescentes têm crescido no município. Só nesse ano foram cinco casos de exploração sexual e 20 denúncias de estupro, sendo quatro confirmadas e as demais em investigação.

É importante esclarecer que o estupro de vulnerável significa não só a conjunção carnal (penetração), mas também ato libidinoso mediante violência e grave ameaça. Mesmo quando a pessoa diz ‘foi ela quem quis’. A lei determina o crime e protege a criança e o adolescente pela idade e não pela capacidade de discernimento.

O delegado José Emídio de Carvalho Silva alerta a sociedade que os casos de estupro de vulnerável também se enquadram quando a vítima é do sexo masculino. Ele faz um alerta aos pais ou responsáveis de que é preciso estar atento aos locais frequentados pelas crianças e adolescentes e aos convites feitos para comparecer a festas, churrascos em chácaras, para assistir filmes ou mesmo quando o namoro é em casa. Porque uma relação sexual, mesmo que consensual, pode trazer consequências graves, mesmo quando os dois são menores de 18 anos. Um exemplo é uma relação sexual de um casal de namorados de 13 anos que pode ser considerada ato infracional por estupro, dos dois lados – um contra o outro.

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