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Mãe cobra cumprimento de ordem judicial

Sandra diz que aguarda posicionamento da Prefeitura para que filho tenha o tratamento adequado

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Mãe de Samuel Fernandes de Freitas, 6, Sandra Aparecida Bueno voltou a reclamar dos serviços de saúde da Prefeitura. Desta vez, ela confronta a Secretaria Municipal de Saúde por não oferecer ao filho, portador da Síndrome de Westn, atendimento com profissionais das áreas de fisioterapia e terapia ocupacional especializados em neurologia infantil. Munida de todos os documentos que comprovam a conquista via judicial, Sandra afirma que a Prefeitura não cumpre o mandado judicial e mesmo assim alega oferecer para a criança as terapias constantes da documentação.

A mãe diz que, de fato, Samuel passa pelas profissionais, mas nenhuma delas tem especialização em neurologia infantil, conforme o reivindicado pelos médicos que cuidam de Samuel. “Não sou eu que estou pedindo, os dois médicos que cuidam dele é que indicaram o tratamento”, comenta, pontuando que toda vez que vai à Secretaria Municipal de Saúde ouve que deveria levar o filho para tratamento na Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais). Todavia, Sandra prefere que Samuel siga com o tratamento da Prefeitura.

Segundo Sandra, o filho fazia fisioterapia com uma profissional da rede municipal que tinha o perfil indicado pelos médicos. No entanto, no final do ano passado, a profissional foi remanejada e deixou de atender a Samuel. Desde então, a mãe observa que o filho regrediu, pois sequer consegue parar sentado, está com luxação no quadril e escoliose. “É isso que queria entender: por que tiraram dele a profissional especializada?”, pontua.

sandra reclamacao antendimento saudeComo havia entrado na Justiça para obter as terapias, ela diz que a Pasta chegou a informar que a criança recebia os atendimentos. Todavia, ignoraram a necessidade da especialização em neurologia. Ela diz que, de fato, segue levando o filho para estes atendimentos, mas afirma que há um jogo de empurra na resolução da questão. “Eu vou continuar lutando pelo melhor para o meu filho”, reforça.

A Gazeta manteve contato com a assessoria de imprensa da Prefeitura pedindo explicações sobre o caso de Samuel. A informação é de que a Secretaria de Saúde ainda não recebeu notificação da decisão judicial e que o assunto será tratado juridicamente.

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