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Itapira investiga suposto homicídio de guaçuano

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A identidade do corpo que foi encontrado no Rio Mogi Guaçu na segunda-feira (25), na região da represa, às margens da SPI 177/342, foi revelada no final da tarde de quarta-feira (27), após reconhecimento feito pela família. A vítima é Wilmar Fonseca Júnior, de 31 anos. O corpo dele estava próximo a um porto de areia, em Itapira, bem próximo à divisa com Mogi Guaçu. O Corpo de Bombeiros resgatou o cadáver da água e logo foi constatado que se tratava de uma possível vítima de homicídio.

Isso porque, Júnior tinha as mãos e os pés amarrados. O estado de decomposição ainda indicou que ele estava no rio há cerca de uma semana, mesmo tempo em que estava dado como desaparecido. Exames feitos no IML (Instituto Médico Legal) de Mogi Guaçu ainda indicaram ferimentos na região da cabeça. Sem identificação, Júnior chegou a ser sepultado na manhã de quarta-feira, no Cemitério da Paz, em Itapira.

No entanto, no final da tarde, uma irmã do jovem esteve na delegacia da cidade vizinha e o reconhecimento foi confirmado. No Boletim de Ocorrência da Polícia Civil consta que Júnior já tinha passagem por roubo, sendo condenado a mais de sete anos de prisão. Em outubro de 2018, ele deixou a penitenciária após cumprir sua pena.

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Investigações

O caso está sendo investigado pela SIG (Serviço de Investigações Gerais) da Delegacia de Polícia de Itapira. O chefe de investigações da Polícia Civil, Daniel Portilho, explicou à Gazeta que a linha de investigação acredita em homicídio. “O corpo estava com as mãos amarradas para trás junto aos tornozelos, o que mostra que a vítima não teria se jogado no rio”.

Portilho ainda falou que a SIG está cruzando informações e fazendo investigações. “Pretendemos chegar o mais rápido possível aos autores desse crime, isso contando com o auxílio das autoridades de Mogi Guaçu”.

O investigador informou que aguarda o laudo necroscópico para ver se outras lesões serão apontadas. “Esse exame deve ficar pronto em 30 ou 40 dias”.

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