Home»Cidade»Itapira: CCZ em alerta após caso positivo de raiva

Itapira: CCZ em alerta após caso positivo de raiva

A doença é sempre preocupante porque não tem cura tanto para o ser humano quanto para o animal

0
Compartilhamentos
Pinterest Google+

O Serviço de Controle de Zoonoses da Secretaria Municipal de Saúde de Itapira iniciou bloqueio vacinal contra raiva nas regiões dos bairros Jardim Magali, Vila Ilze e Vila Isaura. A ação preventiva é necessária diante da identificação de um morcego contaminado com o vírus da raiva. O animal foi recolhido já morto e o exame com resultado positivo chegou do Instituto Pasteur, na última terça-feira (4).

De acordo com o veterinário da Zoonoses do município vizinho, Rodrigo Silva Bertini, a ação de bloqueio vacinal de cães e gatos será realizada em um raio de 500 metros do local onde o morcego foi capturado. Serão três equipes compostas por vacinador e anotador. Mesmo os animais vacinados imunizados nos últimos 30 dias receberão reforço.

Como Itapira faz divisa com Mogi Guaçu, o caso coloca em alerta o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) da Secretaria Municipal de Saúde. A responsável pelo órgão, Silvana Munhoz Bueno, observa que a raiva é sempre uma doença preocupante até porque não tem cura tanto para o ser humano como para o animal. “Em relação ao caso de Itapira positivo para raiva, eles estão intensificando a vacinação e já iniciamos a campanha antirrábica por aqui também, inclusive na Zona Rural”, comenta explicando que Itapira por ser divisa, assim como Espírito Santo do Pinhal, sempre preocupa.

Silvana
Silvana

Mas vale pontuar que, por aqui, não há registro da doença. Silvana atenta que, com o início da vacina antirrábica, se houver algum positivo, os animais cães e gatos estão imunizados. “Se por ventura, acontecer algum caso a gente volta e reforça a vacina”, detalha.

 

LEISHMANIOSE

O CCZ concluiu a coleta das amostras de sangue em 100 cães na Vila Ricci, bairro em que reside um dos animais diagnosticados com leishmaniose visceral. O material foi enviado para o Instituto Adolpho Lutz de Campinas e, posteriormente, para o laboratório de São Paulo, caso seja necessário novos testes.

Vale lembrar que o município tinha três animais contaminados, sendo que dois morreram. O cão que sobreviveu reside na Vila Ricci e está em tratamento. O animal já chegou doente ao Município, pois a família mora faz pouco tempo em Mogi Guaçu. Será feita a coleta de 300 amostras, ou seja, 100 em cada um dos bairros em que residem os cães contaminados.

Post anterior

Banda Santa Terezinha se apresenta na Faculdade Municipal

Próximo post

Dia dos Namorados: data celebra união e amor de casais