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Guaçuano não disputará o Paulista esse ano

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A inatividade do Clube Atlético Guaçuano perdura já há vários anos. Sem estrutura física adequada, o clube vive uma inércia que parece não ter fim. Além disso, disputas de poder e judiciais atrapalham ainda mais o retorno do time de Mogi Guaçu aos gramados. Mas, uma parceria entre o Mandi e a empresa de gestão esportiva ASB, firmada em 31 de agosto de 2018, apontava que o Guaçuano poderia voltar ao cenário do futebol em breve.

Os novos gestores do clube pretendiam iniciar já em outubro de 2018 um projeto para captação de atletas para as categorias Sub-15, Sub-17 e Sub-20. Mas antes, a ASB pretendia regularizar a situação do clube junto à FPF (Federação Paulista de Futebol) que tinha débitos documentais e de verbas.

Diante do cronograma não cumprido pela nova gestora do Mandi, a Gazeta entrou em contato novamente com a ASB para questionar sobre os motivos de não ter tido início os projetos.

Em relação à parceria, tida como certa em agosto, não foi formalizada oficialmente, mas a declaração da gestora é que deve ocorrer nas próximas semanas. “Ainda não foi formalizada. Mas deve acontecer nas próximas semanas”, declara a ASB, provável gestora do futebol do Mandi.

Gestores
Gestores

Questionada sobre as possibilidades de disputar a Segunda Divisão do Paulista em 2019, a ASB é enfática. “Iremos nos reunir com o presidente da FPF para tentar possibilidades. Mas já adianto que é impossível a disputa do Paulista em 2019, pois o Conselho Arbitral é em fevereiro e não há tempo hábil para resolver todas as questões relacionadas”, pontua a ASB.

O que fica palpável para 2019, segundo a ASB, é o início do projeto das categorias de base. “Provável iniciaremos 2019 com escolinha do Mandi e categorias de base, visando preparação para o profissional em 2020, caso não consigamos exceções com a FPF para 2019”, declara a empresa gestora.

A gestora diz que muitos fatores dificultaram a oficialização da parceria e o início dos projetos ainda em 2018. “Nós não entendíamos o porquê que as coisas não andavam. Não tínhamos o conhecimento do teor do processo do GAM (Grupo de Apoio ao Mandi) contra o Guaçuano e o presidente Israel Lanza”, informa a ASB, que completa: “Agora com o indeferimento do processo, entendemos que o Israel Lanza e o advogado Paulo Sabino foram prudentes conosco e com outros possíveis parceiros, uma vez que a situação da diretoria apresentava grandes riscos a possíveis parcerias”, esclarece a gestora.

Segundo ainda a ASB, o GAM entrou com pedido de medida cominatória e tutela antecipada pedindo esclarecimentos a respeito das más condições do clube e da situação administrativa, além de prestação de contas das gestões passadas. Mas, segundo ainda a gestora de futebol, o processo foi indeferido e arquivado na último dia 10 de dezembro.

Questionada novamente sobre as medidas a serem tomadas para a temporada de 2019, a ASB foi pontual. “Independentemente do que for resolvido com a FPF, o trabalho com a base irá iniciar”, ressaltou a empresa gestora.

A Gazeta tentou entrar em contato com o advogado Paulo Sabino, uma vez que Sabino fez desabado em rede social sobre o processo arquivado, mas os questionamentos enviados não foram respondidos até o fechamento desta edição.

O presidente do Mand, Israel Lanza, também não foi localizado para comentar sobre a oficialização da parceria com a ASB e sobre o processo e os questionamentos do GAM.

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