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Galharia: material é armazenado na antiga Proguaçu

Área pertence ao Samae, que cedeu espaço para Saama e SSM evitando acúmulo em área verde do Paulista

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A galharia, resultado das podas realizadas pela Saama (Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente), será depositada na área da antiga fábrica da Proguaçu, desativada desde o início do ano passado. A mesma destinação será dada aos galhos recolhidos pela SSM (Secretaria de Serviços Municipais). Mas, em ambos os casos, a medida é válida apenas para os galhos ainda verdes. A área da extinta fábrica de artefatos de cimento pertence ao Samae (Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto).

A destinação, em separado, dos galhos verdes e secos, se deve a uma exigência da empresa que faz a trituração deste material. Ou seja, a MTL não estava aceitando a galharia verde porque a mesma não pode ser triturada, com risco de comprometer o equipamento. Diante disto, ambas as Pastas começaram a despejar estes resíduos em área verde do Jardim Paulista, o que, de pronto, gerou queixas de moradores da região e do vereador Rodrigo Falsetti (PTB), que preside a Câmara Municipal.

Na quarta-feira (19), Falsetti havia postado nas redes sociais comentando sobre o assunto. Na postagem, ele adianta que tinha obtido informação de que as Pastas envolvidas aguardavam apenas o aval do prefeito Walter Caveanha (PTB) para uso da antiga fábrica de artefatos de cimento. “Recebi as reclamações de moradores do Hermínio Bueno e do Paulista que viram uma postagem que fiz sobre focos de incêndio”, comentou  salientando que este era também o risco que a galharia ofertava.

Não poupando críticas à medida, o vereador disse que a Prefeitura estava tirando o problema de um lugar para jogar em outro e ainda oferecendo risco de incêndio. “Vai acontecer incêndio, aliás, já tinha foco antigo. A população está preocupada”, disse, pontuando que a Prefeitura havia ficado de resolver a situação até sexta-feira (21).

 galhos verdes antiga fabrica proguacu

Equipamentos

Por sua vez, o responsável pela Saama, Pedro Luís Mendes de Sousa, o Pedrinho, esclarece que havia comunicado à Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) da medida e reforçado ao órgão que tratava-se de uma ação provisória, pois estava estudando uma área para receber o material e, posteriormente, a autorização do superintendente do Samae, Elias Fernandes de Carvalho e do prefeito Walter Caveanha (PTB). “Estávamos colocando provisoriamente nesta área de 29 mil metros quadrados, no antigo pátio da estação ferroviária, e já tinha comunicado a Cetesb de que seria um local de transbordo para posteriormente levar para empresa que recebe os galhos e faz a trituração”, enfatiza.

Todavia, o secretário reforça que o volume foi aumentado e crescendo também a preocupação com a possibilidade de incêndio criminoso por se tratar de área aberta. Com isto, na quinta-feira (20) foi feita a remoção do material que foi levado à antiga fábrica da Proguaçu que, aliás, fica nas proximidades da MTL, empresa que faz a trituração. Pedrinho reforça que a solução não é definitiva, pois a Prefeitura planeja a compra de equipamentos para trituração de galhos e entulhos.

 

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