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Funcionários da Lanzi participam de assembleia

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A quinta-feira (11) está bastante movimentada na sede do Sindicato dos Ceramistas e da Construção Civil. Até o final da noite, a diretoria deve finalizar três assembleias com os funcionários da Cerâmica Lanzi.

A meta é discutir e votar a proposta feita pela empresa para o pagamento de salário e outros benefícios que estão em atraso. As assembleias estão sendo conduzidas pelo presidente do Sindicato, Paulo de Tarso, e pelo diretor, Jair Silvestre.

No período da manhã, a Gazeta acompanhou a primeira assembleia e um grupo de funcionários está irredutível ao aprovar o parcelamento dos atrasados. “Eles estão igual os políticos só prometem e não cumprem os prazos dados para os pagamentos. Estamos cansados de trabalhar dessa forma”, desabafou um operador de empilhadeira.

assembleia ceramica lanzi sindicato ceramistaDe acordo com os sindicalistas, a empresa, que está em recuperação judicial, tem atrasado os salários e não tem pago benefícios, como 13º, férias e PLR. Além disso, em dezembro a Cerâmica Lanzi optou pelo pagamento parcelado dos salários, o que não agradou os funcionários.

Por conta disso, uma mesa redonda foi feita no Ministério do Trabalho e a empresa elaborou um plano para o pagamento e prazos foram estabelecidos. Mas os funcionários da primeira assembleia não concordaram com a maioria dos itens. Entre eles o reajuste salarial, a continuidade do parcelamento do salário e o parcelamento em cinco vezes do 13º.

Os funcionários entraram num acordo com relação aos prazos, e eles seriam apresentados nas próximas assembleias. Com isso em mãos, os sindicalistas vão protocolar a proposta na Cerâmica Lanzi. A primeira turma votou, inclusive, a discussão e o direito de fazer greve, caso as reivindicações não sejam atendidas.

O diretor da Cerâmica Lanzi, Luís Antonio Lanzi, disse que a empresa está com problemas no fluxo de caixa, mas que aguardará o posicionamento do Sindicato para que possa verificar as solicitações dos funcionários. Para ele, o momento tem que ser de muito conversa e não greve. 

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