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Funcionárias reclamam dispensa do Cemmil

Grupo de funcionários disse que irá fiscalizar e ameaça acionar Ministério Público

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Um grupo de funcionárias que trabalha em Mogi Guaçu por meio do Consórcio Intermunicipal Cemmil – Pró-Estrada disse à Gazeta que considera a decisão da Prefeitura guaçuana injusta. “Estamos tendo nosso trabalho desmerecido. Não achamos justo. Se sabiam que esse contrato seria rompido, por que nos contrataram. Eu, por exemplo, comecei a trabalhar no início de dezembro e já vou ser dispensada em fevereiro. São dois meses de registro na Carteira Profissional. Só ‘sujaram’ nossa carteira”, reclamou uma das funcionárias.

O grupo ainda foi taxativo ao afirmar que está prestes a perder o emprego e ficar sem a remuneração de um salário mínimo mais os benefícios, como vale transporte, vale alimentação e insalubridade. “Emprego para nós esse governo não trouxe e o pouco que tem na cidade, ele está nos tirando. Estamos insatisfeitos e desanimados de continuar trabalhando até o dia 4 de fevereiro. Não temos estímulo”, admitiu o grupo.

A Gazeta conversou com um grupo de funcionários que estava trabalhando na praça do Jardim Ypê II, na tarde de quinta-feira (17). “O sol está quente. Temos bastante trabalho para cumprir, mas já sabemos que vamos ser mandados embora. Por que já não demitiram a gente antes, então?”, questionou.

abre cemilO grupo ainda ressaltou que vai fiscalizar qual será a empresa que irá ocupar a função que ele exerce na prestação de serviços à cidade. De acordo com as funcionárias, se for necessário, eles vão acionar o Ministério Público. “Se forem as presidiárias que forem trabalhar, podemos trabalhar junto com elas. Não há nenhum problema nisso. Serviço tem aos montes para todos nós fazermos. Mas se for outra empresa terceirizada que assumir esses serviços, vamos ao Ministério Público pedir providências porque não haverá justificativa para ter retirado nós e colocar outra empresa. Estamos de olho e vamos, sim, fiscalizar tudo”, avisou o grupo, que ainda acrescentou. “O prejuízo não é do Cemmil nem da Prefeitura. O prejuízo é nosso que vamos ficar sem desempregados já no começo do ano”.

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