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Florada chama atenção neste começo de inverno

As árvores Ipês Roxos têm dado um colorido especial em vários pontos da cidade

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A florada do ipê-roxo ganhou destaque no final de outono e começo de inverno. Pela área urbana não faltam árvores da espécie para serem admiradas. Há alguns exemplares ao longo da Avenida dos Trabalhadores, a partir da ponte de ferro, além de outros como o existente na Praça Monteiro Lobato, no Jardim Planalto Verde, em frente ao Hospital Municipal “Dr. Tabajara Ramos”. A espécie é considerada nativa e a Saama (Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente) fornece muda para o plantio aos proprietários de chácaras e sítios.  

A engenheira agrônoma da Saama, Vera Cristina Ramalho Padovani, explica que a espécie é indicada para áreas verdes, praças e propriedades rurais, jamais para calçadas. “É uma árvore que chega a 15 metros de altura”, pontua. Ela adianta que o ipê leva cerca de 10 anos para florescer e observa que os exemplares espalhados pela cidade têm mais de 20 anos. “Estão em pleno vigor”, acentua Vera.

As mudas de ipês e demais espécies fornecidas pela Saama são doadas mediante cadastro, sendo fornecidas todas as orientações necessárias ao plantio. Além de árvores específicas para a área rural, há exemplares destinados ao plantio em calçadas e até mesmo havendo indicação pelo lado em que há ou não fiação elétrica. Isto porque, é preciso considerar o crescimento da espécie.

florada ipeQuanto ao ipê-roxo, Vera atenta que é o primeiro das quatro cores a florescer e adianta que outros espetáculos da natureza estão por vir com a florada do ipê-amarelo que acontece no final de julho, do ipê-branco no final de agosto e do ipê-rosa em setembro, este último dando as boas-vindas à primavera.  “O branco tem uma florada rápida que dura de dois a três dias. É pouco tempo para ser observado”, comenta que Mogi Mirim tem uma bela árvore deste exemplar à Praça Rui Barbosa, Centro. Em Mogi Guaçu, há uma árvore de menor porte na Praça Cândido Rondon, o Jardim Velho, Centro.

Vera explica que as mudas de ipês doadas pela Saama são cultivadas a partir destes exemplares da área urbana, sendo que os profissionais coletam os frutos antes que abram e liberem as sementes. “O ipê é uma leguminosa, o fruto se abre e espalha a semente que é semeada pelo vento”, detalha.

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