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Festival de Teatro termina nesta quinta

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As apresentações do 9º Festival de Teatro de Mogi Guaçu entram na segunda e última semana com apresentações no Teatro Tupec do Centro Cultural. A organização é da Secretaria Municipal de Cultura, sendo que todas as apresentações começam às 20 horas. A contribuição espontânea de dois quilos de alimentos é válida como ingresso. A arrecadação será revertida para a Santa Casa.

Nesta terça-feira (15) sobe ao palco a Cia Usina de Teatro, de Mogi Mirim, com o espetáculo “Buraco de Minhoca”. A peça é de autoria de Evandro Braga e Angélica Colombo e traz a história da trupe de palhaços Esdrúxula, que é muito conhecida pelos quatro cantos por resolver problemas de todas as naturezas. Os detetives do “Buraco de Minhoca”, uma máquina do tempo que os leva para todos os lugares dando a chance de refazer, reviver e rebobinar momentos. A cidade de Pequinésia precisa de ajuda, pois seus moradores mirins estão deixando de estudar e brincar para trabalhar. A grande máquina “Buraco de Minhoca” traz o Estrambólico Detetive e os ajudantes birutas para resolver o problema.

Lisistrata1Em “Lisístrata: O Voo das Andorinhas”, a Cia do Voo de Teatro, de São Paulo (SP), traz o texto de autoria de Aristófanes com adaptação de Tom Rezende. A apresentação acontece na quarta-feira (16). A história se passa em meio à uma guerra que há 20 anos tira a vida dos homens e mantém seus filhos longe de casa, as mulheres gregas, lideradas por Lisístrata, decidem pôr fim às hostilidades, usando uma tática nada convencional: uma greve de sexo. Para melhor conseguirem seus objetivos, as mulheres ocupam a Acrópole e tomam conta do tesouro, a fim de que seus maridos escutem as suas razões, parem a luta e finalmente estabeleçam a paz.

A premiada comédia “A Farsa da Boa Preguiça” será apresentada nesta quinta-feira (17). A peça é da Cia. Lázara de Teatro de Amparo. A peça aborda com muito humor, as venturas e desventuras de um poeta preguiçoso, Joaquim Simão, que se vê às voltas com uma sociedade que define o artista popular e a arte de forma geral como ‘um exercício de preguiça’. Valendo-se de artimanhas, Joaquim Simão tenta se impor, junto com sua mulher Neivinha, para manter vivo o sonho de sobreviver de sua arte. Tentado pelo inferno, através da rica Clarabela, mulher do rico e avarento Aderaldo Catacão que odeia o poeta, Simão é protegido pelos céus, numa história escrita com base em histórias populares nordestinas. A direção e a adaptação são de Alexandre Cruz.

Farsa_Boa_Preguiça1 - Cópia

 

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