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Família é orientada a procurar ajuda médica

Jovem foi abordado no caminho da escola e confirmou a existências das réplicas

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Os pais do estudante acompanharam o depoimento dele na CPJ (Central de Polícia Judiciária) ontem (18), e depois num encontro com o comandante da Guarda Civil, Adorno da Costa.

Eles estavam no trabalho, quando foram avisados sobre o envolvimento do filho na apreensão das armas de brinquedo e também da suposta ameaça feita à escola. Os pais de Matheus Henrique dos Santos deixaram a sede da GCM sem falar com a imprensa.

Durante a conversa na GCM, o jovem voltou a afirmar que a publicação não passou de uma brincadeira de mau gosto. “Ele acabou de dizer que foi um brincadeira de mau gosto. Ele reclamou que estão dizendo que ele toma remédios depressivos, mas ele afirmou que não toma medicamentos”, disse Adorno.

A reportagem apurou que o estudante foi descrito pelos pais como rebelde. Que sempre vai para a casa dos avós quando é contrariado. O jovem foi reprovado por quatro vezes. Ele estudava na Feg (Fundação Educacional Guaçuana) antes de ser transferido para a escola estadual “Luiz Martini” esse ano.

Matheus disse que segue o estilo EMO e sua conta no Facebook tem várias fotos dele. Uma postagem feita em novembro de 2018 chama a atenção: “Em breve esse perfil virará um memorial…”, se referindo a página dele na rede social.

Os pais informaram ao comandante da GCM que o filho já passou por vários atendimentos médicos, incluindo psicólogos e psiquiátricos, mas que ele não tem quadro de depressão, como estava sendo divulgado na rede social. Porém, os pais se comprometeram a encaminhar o filho para uma consulta com um especialista. “Eles se comprometeram em levá-lo num psiquiatra para acompanhamento”, relatou Adorno.

Questionado sobre o caderno com frases suicidas, Matheus disse que o objeto é antigo. O material continha frases como: “Minha família só me coloca para baixo. Minha família só me destrói”. “Esse caderno é bem antigo. De 2017”, ele respondeu para o comandante. A capa do referido caderno tinha uma frase em inglês: “Não abra. Só abra após o meu suicídio”.

Mesmo após ser levado para a delegacia, Matheus fez mais uma postagem em sua rede social “Não fui preso”. Para Adorno, o jovem explicou que escreveu na intenção de avisar os amigos.   

 

Ameaças

Após a divulgação da postagem, o jovem começou a receber diversas ameaças pelas redes sociais. Os pais dele pediram apoio para o comandante da Guarda. “Deixamos bem claro para eles que a Guarda vai agir de imediato se tiver alguma informação de ameaça contra ele”.

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