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Faltam remédios nos postos de saúde

Usuária procurou por remédios no Centro de Saúde e também no posto de saúde Hermínio Bueno

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Com o marido em tratamento de asma, Celeste Barreto está indignada com a falta de medicamentos nos postos de saúde. Como também integra a Pastoral da Saúde de uma paróquia, ela diz que a situação está cada vez mais difícil para àqueles que dependem dos remédios distribuídos na rede pública.

“Eu estive no posto do Hermínio Bueno e no Centro de Saúde. Em nenhum deles tem alopurinol, dexclor e nem mesmo o paracetamol”, comenta a dona de casa. Como o marido não pode interromper o tratamento porque corre o risco de ter crises de asma, Celeste foi à farmácia e comprou os medicamentos. “Eu consegui comprar. Ficou em R$ 98 com desconto. Mas a pergunta é: como fica quem não pode comprar?”, questiona.

Celeste diz que no final do ano passado, a comunidade se mobilizou para comprar medicamento para uma senhora, pois também não tinha no posto de saúde. “Mas a comunidade também é pobre”, comenta enfatizando que foi informada de que a distribuição de medicamentos será regularizada no mês de março.

De acordo com a assessoria de imprensa da Prefeitura, as medicações citadas estão em falta, mas constam da programação de compra deste mês. “Devido ao recesso de alguns laboratórios em razão de férias em dezembro de 2017 e janeiro, o fornecimento estará regularizado até o final de janeiro”, traz a nota enviada à Gazeta.

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