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Faltam duas semanas para as sessões entrarem em recesso

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A Câmara Municipal de Mogi Guaçu entra em recesso parlamentar no próximo dia 29 e até lá restam apenas duas sessões legislativas para serem realizadas. Uma delas será no próximo dia 18 e a última deste semestre será no dia 25 de junho. Ambas às segundas-feiras. De acordo com o presidente da Câmara, Luís Zanco Neto, o Zanco da Farmácia (PTC), apenas dois projetos de lei precisam obrigatoriamente serem votados antes do início do recesso, em julho. Um deles será apreciado nesta segunda-feira (11) pelo plenário da Casa e trata da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) para 2019. Depois, na próxima segunda-feira (18), será a vez da votação – em 2º turno – do Projeto de Emenda à Lei Orgânica do Município que pretende mudar o artigo que determina a necessidade do Poder Executivo (Prefeitura) sancionar ou vetar as leis que criem cargos na Câmara Municipal. O objetivo da alteração na LOM é dar à Câmara Municipal autonomia de criar os cargos na Casa de Leis. “Estes dois projetos precisam ser votados ainda neste mês. Não podemos sequer iniciar o recesso parlamentar sem ter concluído essas votações”, frisou Zanco.

Zanco
Zanco

O recesso terminará no dia 31 de julho, mas ele se limita a ausência de sessões legislativas. Isso porque, nos gabinetes dos vereadores os trabalhos prosseguem. “O recesso é apenas para as sessões da Câmara. Os vereadores continuam aqui, na Casa, toda a semana”, pontuou Zanco.

Quando retornarem às sessões legislativas, os vereadores já estarão no clima das campanhas eleitorais, principalmente para o cargo de deputados estadual e federal. No caso do Legislativo de Mogi Guaçu, por enquanto, apenas um vereador é pré-candidato a deputado estadual: Natalino Tony Silva (Rede Sustentabilidade). Dentre os demais, apenas o vereador Luciano Firmino Vieira, o Luciano da Saúde (PP), está indeciso quanto à sua pré-candidatura. “De qualquer forma, teremos de ter bom senso e jogo de cintura a partir do segundo semestre, porque a tribuna da Câmara Municipal não poderá virar palanque eleitoral. Vou ter que ficar atento e contar com o bom senso de todos os vereadores”, pontuou o presidente da Casa.

 

 

 

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