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ETE: Samae investe R$ 655 mil na compra de tubos

Quando a obra for concluída, a lagoa poderá ser desativada e a área reaproveitada pelo município

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O coletor tronco do segundo módulo da ETE (Estação de Tratamento de Esgoto), à Avenida Brasil, deve entrar em obras nos próximos dias. Isto porque, já foram entregues os tubos comprados pelo Samae (Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto). O material custou R$ 655 mil.

O superintendente do Samae, Elias Fernandes de Carvalho, explicou que os tubos têm 1,5 metro de diâmetro e são de concreto revestido. O assentamento será feito pela GRSP Saneamento e Serviços Administrativos. O custo total da mão de obra é de R$ 1 milhão. O investimento é parte do financiamento de R$ 23,6 milhões contratado em dezembro, junto à Caixa Econômica Federal.

O novo emissário conectará o coletor de esgoto na Avenida Brasil pela estrada ao lado da lagoa da Estação de Tratamento até o segundo módulo. Quando o segundo módulo for concluído e entrar em operação, a lagoa poderá ser desativada e a área reaproveitada para outros projetos. A construção do segundo módulo depende apenas da aprovação pela Caixa da documentação enviada pelo Samae.

Elias adianta que com os dois módulos a ETE terá capacidade para tratar resíduos gerados por até 100 mil habitantes. Ao todo a área que margeia a Avenida Brasil tem 23 alqueires.

 ete ipes

SEM REPASSE

Há ainda a ETE dos Ypês, onde também seguem em construção o primeiro e segundo módulos. A construção do primeiro módulo está mais adiantada porque começou a ser executada bem antes do segundo módulo. Em valores totais, o Samae está investindo quase R$ 25 milhões na obra.

De acordo com a assessoria de imprensa da Prefeitura, o investimento no primeiro módulo é de aproximadamente R$ 9 milhões, somados R$ 4 milhões financiados pela Caixa Econômica Federal e R$ 5 milhões em recursos próprios da autarquia.

Para o segundo módulo, o Samae obteve R$ 15,4 milhões junto à Secretaria Nacional de Saneamento, através do Ministério das Cidades, a título de fundo perdido. No entanto, Elias disse que o Governo Federal está há quatro meses com o repasse em atraso, o que tem prejudicado a empreiteira responsável pela obra. Ele garante que o serviço não está parado, mas admite estar um pouco mais lento. “Tem quase R$ 1 milhão em medição para receber”, diz acreditando que, em breve, a situação será resolvida.

Quanto ao 1º módulo, há problema de infiltração de água na obra, o que demanda a necessidade da construção de três poços para dreno. “Fizemos vários testes e foi constatado que a água é de nascentes”, pontua. A estimativa é de que o 1º módulo seja entregue no final deste ano. 

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