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Estudante pede atenção para a dengue em artigo

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Realmente a escola é surpreendente. Nesta semana fomos convidados a participar de uma Campanha de Combate à Dengue.Inicialmente, a ideia principal era fazer desenhos de alerta à população.

Bem, não é minha praia desenhar, então, resolvi escrever um texto. Eu não diria que esse é o melhor texto do mundo sobre o assunto, mas é um desafio e é aí que entra o meu gosto pelas palavras.

Campanhas de Combate à Dengue, às vezes, são bem cansativas, porque são repetitivas. Então, é bem mais fácil pensar que isso é uma “frescura”. Publicamente, para mim não é.

Se você já teve dengue e está lendo esse artigo, que ótimo! Sim, você se deu bem! A maioria das pessoas se preocupa mais com esse tipo de coisa quando uma doença se instala ou quando desvantagens acontecem com ela. Eu nunca tive dengue. Faço parte, hoje, de uma minoria da população, uma vez que o número de infectados em minha cidade foi alarmante. E quero fazer minha parte como cidadã.

É ridículo saber que um mosquitinho mata pessoas. Acho que a frase: “tamanho, não é documento” se aplica bem nessa questão. Foi interessante vivenciar quando a dengue virou uma epidemia. Grande parte da culpa foi nossa: sim, nós. Seres humanos.

Lembrei-me que quando estava no 2º ano a minha professora havia dito que os mosquitos vieram de florestas derrubadas. Ela estava errada. À época, não dei tanta importância, talvez, por inexperiência, pouca idade. Mas, hoje, já sei que a dengue evoluiu. A doença apareceu na França e a suas características em San Diego, EUA. Caraca!

Foi preocupante constatar os casos da doença e as causas dela. Percebi que nós, seres humanos, somos os grandes culpados pela situação. Em 1981-1982, em Roraima, ocorreu a primeira epidemia de dengue no Brasil. O mosquito já pode até transmitir mais duas doenças: Zika e Chikungunya.

Sabemos que será em média cinco minutos do nosso tempo que poderá fazer a diferença. Alguém pode dar a desculpa: “Ah, mas eu não tenho tempo…”. Mas para ficar doente você tem, benzinho?

A dengue mata! Quer ser cúmplice disso?

Talvez, eu esteja exagerando, mas que tal combatê-la?

Como relatei ações fáceis de fazer que poderão acabar com a dengue.

Sendo assim, preste atenção ao seu ambiente particular. Quanto mais cuidar dele, menos consequências desagradáveis teremos para nós!

 

Ana Laura Matias Gomes é aluna do 8º Ano A da Emef “Profª Maria Diva Franco de Oliveira”.

 

 

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