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Estado tem 24 obras paralisadas, uma delas é a escola de Martinho Prado

Uma placa do Governo do Estado foi afixada na área onde a escola será construída

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A escola estadual de Martinho Prado Júnior figura entre a relação de obras paralisadas no Estado, segundo levantamento da equipe do governo de João Doria (PSDB). São 175 obras, sendo 24 na região de Campinas da qual faz parte Mogi Guaçu. Também aparecem na listagem as cidades de Mogi Mirim e Itapira, ambas com construção de creches paralisadas.

De acordo com a assessoria de comunicação do Governo, a lista consta em documento oficial cedido pela gestão anterior à equipe de transição do novo governo. As obras somam um passivo de R$ 10 bilhões em construções que não estão sendo investidos em cidades de todas as regiões de São Paulo. A pedido do governador, a retomada das obras será estudada e colocada na pauta de prioridade das pastas.

De acordo com a relação de obras, a escola de Martinho Prado Júnior é orçada em R$ 4.211.375,84. No início de dezembro de 2018, a Gazeta manteve contato com a assessoria de imprensa do antigo governo e a informação foi de que a obra ficaria pronta este ano. Ou seja, não houve qualquer menção à paralisação da construção.

A nova escola possibilitará desafogar a Emef (Escola Municipal de Ensino Fundamental) “Professor Geraldo Sorg”, que compartilha o ensino fundamental, que é ofertado pelo município, com o ensino médio gerenciado pelo Estado. A obra fica ao lado do Centro Esportivo “Amaury Caveanha”.

Nos casos de Mogi Mirim e Itapira, as creches são orçadas em R$ 1.631.695,63 e R$ 1.637.281,54, respectivamente.

 

OUTRAS

Entre as obras, há o recapeamento de um trecho de 34 km da Rodovia SP-095. O trecho passa pelos municípios de Bragança Paulista, Tuiuti, Amparo e Monte Alegre do Sul. O valor do serviço é de R$ 60,7 milhões. Já na SP-332, que liga os municípios de Vinhedo, Valinhos e Campinas, encontra-se parada a construção de um dispositivo de melhorias viárias com orçamento estimado de R$ 22,6 milhões. Ambas são da Secretaria de Logística e Transportes, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem.

 Há ainda obras importantes vinculadas a outras pastas que também foram interrompidas durante a gestão anterior. Uma delas é a construção da sede da futura Etec de Sumaré, com valor estimado de R$ 7,6 milhões. Na mesma cidade, um prédio com seis salas de aula para a Secretaria de Educação também teve a execução interrompida. O serviço teria investimento de R$ 1,73 milhão.

A Secretaria de Comunicação do Governo de São Paulo informou também que algumas obras paralisadas dependem de decisões e/ou iniciativas administrativas de outras esferas do Poder Público, como Prefeituras e Poder Judiciário. Todavia, o governador João Doria determinou às Secretarias que promovam esforços junto às demais esferas administrativas para que entraves burocráticos sejam superados no menor prazo possível, de modo que todos os investimentos paralisados possam ser retomados e concluídos.

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