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Escolas fechadas abrigarão Ceacri e Ceape

A mudança possibilitará a economia com a locação de três imóveis; o valor será de R$ 11 mil mensais

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Desativadas, a escola estadual “Fernando Ricardo Gouvêa Paolini” e a Emei (Escola Municipal de Educação Infantil) “Nair Bueno Chiarelli”, ambas no Jardim Progresso, serão ocupadas por serviços da Secretaria Municipal de Educação. Serão transferidos para estes locais o Ceacri (Centro de Atendimento à Criança) e Ceape (Centro de Apoio Pedagógico Especializado).

Os imóveis estão sendo reformados e a estimativa é de que o serviço seja concluído em dois meses. Os locais estão passando por poda, corte de árvores, roçagem, troca de telhas e portas, construção de rampas e outras adaptações necessárias. As reformas começaram a cerca de um mês e a ideia é de que a quadra coberta da antiga escola estadual seja liberada para uso da comunidade aos finais de semana.

futuras instalacoes ceacriO supervisor da Secretaria Municipal de Educação, Paulo Paliari, explica que a mudança dos atendimentos do Ceacri e Ceape possibilitará uma economia de R$ 11 mil mensais, valor gasto com a locação de três imóveis. Isto porque, o atendimento do Ceape é oferecido em duas casas, ambas na Vila São Carlos, e do Ceacri em imóvel ao lado do Centro de Saúde. Antes, os atendimentos aconteciam em imóvel pertencente à Associação Espírita “Vinha de Jesus”, no Jardim Santa Terezinha, mas teve de ser desocupado para ampliação dos serviços da creche.

Paulo adianta que o município oferece transporte para os assistidos pelo Ceap. Portanto, com a mudança terá apenas de estender o itinerário. No caso do Ceacri, há entrega de passe escolar. “Sabemos que é localizado em outra região da cidade e já estamos pensando nestas adequações porque teremos de verificar as linhas de ônibus que passam pelo bairro”, justificou. No caso do uso da quadra coberta, assim que a reforma estiver concluída, a Educação manterá contato com a comunidade para verificar este interesse e expor quais os critérios.

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SEM DEMANDA

Ambas as escolas foram fechadas por falta de demanda. A “Fernando Ricardo Gouvea Paolini” oferecia o ensino médio e os 25 alunos foram transferidos para a “João Pessoa Maschietto”, no Jardim Itamaraty. Com isto, o Estado devolveu o imóvel ao município.

No final do ano passado, vários itens da escola sumiram, conforme a Gazeta noticiou na coluna Curtas, na editoria de Polícia. Nesta época, havia sido iniciada a desativação. Em dezembro, outra invasão com o furto de vários equipamentos, entre os quais, quatro computadores, TV, DVD, notebook, data show, entre outros. Recentemente, furtaram equipamentos pertencentes à equipe da Proguaçu S/A que trabalha na reforma.

A Emei foi inaugurada em 1991, ou seja, em uma das gestões do prefeito Walter Caveanha (PTB). As atividades foram encerradas faz três anos, aproximadamente.

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