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Diretoria visita FPF e busca regularização do clube

Representantes do Mandi estiveram em São Paulo

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O presidente do Guaçuano José Antonio Mallis, o Turco, e os conselheiros Arnaldo Suzigan Neto, da área de marketing, Paulo Roberto de Campos Vallim, da área financeira, Ruberlene Aureliano Firmo e Geraldo José Domingues, ambos da área administrativa, fizeram uma visita à sede da Federação Paulista de Futebol (FPF), para buscar a regularização do clube com a intenção de participar de competições oficiais da entidade. Os dirigentes guaçuanos foram recepcionados pelo presidente em exercício da FPF Mauro Silva, pelo vice-presidente executivo, Fernando Enes Solleiro, pelo vice-presidente de competições, Pedro Martins, pelo diretor de marketing, Robson Silveira, e pelo vice-presidente do departamento de infraestrutura, coronel Isidro Suita Martinez.

A proposta dos dirigentes do Mandi foi obter uma maior interação com as diversas áreas da entidade, as quais serão de vital importância na solução de pendências que o clube possui e que impedem sua volta ao futebol profissional. Informações dão conta que existe a intenção de que o time retorne ao cenário de competições estaduais em 2020, mas os dirigentes preferem não confirmar a informação. “Existe um longo caminho a ser percorrido.  O clube estava licenciado da FPF e não disputa um campeonato oficial há cinco anos. Assim sendo, é necessário cautela, principalmente diante de uma gestão profissional como a que queremos implantar. Antes de assumir o compromisso de retornar, temos muitas “tarefas de casa” a fazer”, comentou a diretoria.

Antes gerar expectativas ao torcedor sobre o retorno do clube em 2020, os dirigentes do Mandi preferem resolver todas as pendências da instituição. “Precisamos eliminar algumas pendências, terminar o levantamento das dívidas, saber da condição financeira do clube, conversar com potenciais investidores, parceiros e aí, então, partir para a disputa de um campeonato profissional”, enfatizaram

Para retornar às atividades de forma concreta e com longevidade, o presidente do Mandi, Turco, e seus conselheiros, buscam parcerias sólidas e que garantam condições administrativas de manter o Guaçuano em atividade.

“Inicialmente, temos como meta um modelo de cogestão, no qual um parceiro com know how assumiria a gestão do departamento de futebol do clube, sendo que os demais departamentos estatutários ficariam a cargo da atual diretoria. Estamos ainda, realizando benchmarking com alguns clubes que estão tendo sucesso com seus modelos de gestão, sempre na busca de qualificação e conhecimento nessa questão”, explicaram.

DIREÇÃO E DIRETORES FPF.jpgQuestionada sobre a reativação das categorias de base do Mandi, a diretoria do Mandi foi categórica. “À princípio, o trabalho de base não deve começar esse ano.  O trabalho com a base requer tempo, investimento e estrutura, o que ainda não temos no momento”.

Com pendências financeiras em diversas esferas, a diretoria do Guaçuano trabalha para sanar todos os débitos e, então, retornar às suas atividades. “Como é de conhecimento geral, devido ao longo tempo de inatividade, o Clube Atlético Guaçuano possui inúmeras pendências e dívidas relacionadas às áreas fiscais, contábeis e jurídicas. O levantamento continua em andamento, uma vez que é um processo denso, requer muita mão de obra e grande carga horária de trabalho. Estamos tratando essa estratificação das dívidas com o maior cuidado e esmero possível, uma vez que entendemos que a saúde financeira de qualquer instituição é a base de tudo para se começar e levar um projeto ao sucesso”, finalizou a diretoria.

 

 

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